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A região dos vinhos de altitude de Santa Catarina: em busca de uma indicação de procedência

Na região dos vinhos de altitude catarinense existem algumas características regionais especiais da produção, como altitude e frio, que favorecem o desenvolvimento de frutas temperadas, principalmente maçã, uva, pêssego, ameixa e goiaba serrana, uma fruta nativa da região. A viticultura é tradicional em várias regiões do estado. Na década de 1990, novas áreas começaram a se destacar, como a região de altitude. O Brasil busca definir uma identidade para seus vinhos, com produção de qualidade em regiões específicas. A indicação geográfica é uma opção para melhorar a identidade e aumentar a competitividade. Nos anos 2000, a pesquisa se intensificou para desenvolver o potencial regional para a produção de uvas e vinhos finos. Assim, os produtores associados de “vinhos de altitude” estão solicitando o registro da IG. Desde então, a região passou a receber investimentos para a implantação de vinhedos e vinícolas. 

Artigo na integra

Ano: 2020

Autores:
Léo Teobaldo Kroth;
Rogério Goulart Júnior;
Janice Maria Waintuch Reiter

Fruticultura catarinense: evolução recente das principais frutas entre 2015 e 2021(22)

Em Santa Catarina as principais lavouras permanentes de frutas representam em média 53 mil hectares colhidos com 12 mil produtores e produção média de 1,48 milhão de toneladas gerando cerca de R$1,9 bilhão de valor bruto da produção frutícola no estado. Entre as frutas produzidas no estado tem destaque a maçã, pera, pêssego, maracujá, banana e uva na
posição do ranking de nacional de produção em 1º, 2º, 3º, 3º, 4º e 6º, respectivamente (IBGE, 2022). No estudo, as principais frutas catarinenses de clima temperado e subtropical em quantidade produzida estadual, foram: banana, maçã, uva, maracujá, pêssego/nectarina, laranja, tangerina e pera. Assim, o objetivo do estudo foi verificar a evolução da produção das principais culturas frutícolas e as taxas de crescimento de indicadores como: número de produtores, área média por produtor produção e produtividade média. Esses indicadores por cultura podem ser utilizados para o planejamento agrícola e econômico do setor no estado catarinense e comparativo para outras unidades da federação. 

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Autores:
Rogério Goulart Junior – rogeriojunior@epagri.sc.gov.br
Alceu Assis José Vicente –  alceuvicente@epagri.sc.gov.br
Sergio Neres da Veiga –  sergioveiga@epagri.sc.gov.br

Produção de bovinos para autoconsumo em Santa Catarina: relevância, características e dinâmica

A produção de bovinos para autoconsumo representa uma importante fonte de proteína animal para mais de 50 mil agricultores de Santa Catarina sendo que o abate destes animais gera um VBP de R$ 223 milhões. Não obstante sua relevância econômica e social, o abate para consumo próprio não faz parte da maioria das estatísticas oficiais, o que invisibiliza a atividade e resulta na existência de poucos estudos sobre o tema. O presente artigo apresenta uma análise exploratória dos abates de bovinos para autoconsumo em Santa Catarina entre 2010 e 2019, buscando identificar as principais características da atividade e avaliar as mudanças ocorridas no período. Para isso, foram utilizados dados do cadastro de produtores e animais junto ao órgão de defesa agropecuária do estado. Verificou-se que, em 2010, o autoconsumo representava 17,7% do total de bovinos abatidos em Santa Catarina.

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Ano: 2020

Autor (es):
Alexandre Luís Giehl – Epagri/Cepa
Márcia Mondardo – Epagri/Cepa

Análise de custos de produção de maçã em Santa Catarina entre 2015 e 2024

A maleicultura catarinense conta com média de 2,7 mil produtores e área de mais de 15 mil hectares, mas sua produção apresenta variações decorrentes de eventos climáticos adversos e problemas fitossanitários. Os custos de produção alternam próximo de R$ 50 mil por ha, para atender adequações de insumos, controle fitossanitário e mão-de-obra. Por isso o entendimento da evolução nos custos nas safras se torna importante indicador para o setor. O objetivo deste trabalho foi identificar quais as contas com maiores participações e variações ao longo do período, como forma de melhoria na tomada de decisão do setor. 

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Autores:
Rogério Goulart Junior – rogeriojunior@epagri.sc.gov.br

Desempenho da agropecuária e do agronegócio de Santa Catarina – 2025

Este documento analisa e disponibiliza informações e indicadores que mostram a evolução do desempenho da agropecuária e do agronegócio de Santa Catarina ao longo do tempo, com destaque para o ano de 2025. Os temas e indicadores aqui abordados buscam seguir uma lógica capaz de favorecer a compreensão da dinâmica do sistema produtivo do agronegócio catarinense e sua importância econômica. A publicação oferece uma visão integrada, desde o contexto macroeconômico estadual até a inserção internacional, subsidiando decisões estratégicas para produtores, gestores públicos e tomadores de decisão no agronegócio. Dividida em seis áreas temáticas, destaca os aspectos mais relevantes dos resultados alcançados pelo setor e suas cadeias produtivas, sendo.  publicação na integra

Preços de terras agrícolas

Relação de Troca

Santa Catarina se destaca na produção e exportação de mel

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio e Serviços

 

O estado se consolidou como um dos principais produtores de mel do Brasil, ocupando a 8ª posição no ranking nacional em 2023, com uma produção de 4.234 toneladas, o que representa 6,6% da produção total do país. No entanto, o estado vai além das fronteiras internas: em 2024, Santa Catarina se tornou o terceiro maior exportador nacional de mel, com 5.476,8 toneladas exportadas.

 

Os principais destinos do mel catarinense no ano passado foram os Estados Unidos, que absorveram 81% das exportações, seguidos pelo Reino Unido (10,8%), Alemanha (4,5%), Bélgica (1,2%) e Canadá (1,1%). Esse cenário coloca o estado como um player relevante no comércio internacional de mel, com forte presença em mercados exigentes.

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Observatório Agro Catarinense
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