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Introdução

Metodologia

Dados e atualização

Preços de produtos agropecuários

O levantamento dos preços recebidos pelos produtores é efetuado com frequência diária, semanal e mensal. Para cada frequência de levantamento existem listas de produtos específicos, que são agrupados em função de sua dinâmica de mercado. Semanalmente, também são realizados levantamento de preços no mercado atacadista (do valor com os produtos agrícolas são vendidos no atacado).

Após o levantamento dos preços junto aos informantes chaves, os dados sofrem um processo de crítica de consistência dos valores. Somente após essa análise são geradas as informações de preços, tendo como referência o preço mínimo, o preço mais comum e o preço máximo para cada produto monitorado. A divulgação é feita na mesma periodicidade dos levantamentos.

A crítica de consistência pelo qual passa os dados levantados é realizada desde a coleta até o término do levantamento. No primeiro momento, com base no conhecimento factual que o técnico tem quanto à realidade do mercado, é feita uma comparação horizontal dos preços dos produtos a fim de detectar discrepâncias.

No segundo momento, é realizada uma análise da evolução de valores anteriores e de indicadores e fatores econômicos correlacionados, que possam levar a uma depuração dos dados. Cabe ressaltar que todas as etapas levam em consideração o sigilo sobre os preços individualizados, pois os técnicos recebem informações de comerciantes concorrentes.

Insumos e serviços

O levantamento dos preços dos insumos e serviços é efetuado três vezes ao ano, nos meses de abril, julho e outubro, em uma amostra de informantes para as dez regiões agro de Santa Catarina. Após a coleta dos preços e da crítica de consistência dos valores, são calculados os preços médios estaduais para cada produto pesquisado.. A divulgação é feita no início do mês seguinte ao do levantamento.

Terras agrícolas

Os preços de terras agrícolas são levantados anualmente pela Epagri/Cepa. Os resultados são apresentados por município catarinense para sete classes de terra: Terra de Primeira, Segunda, Terceira (alta declividade), Várzea Sistematizada e Não Sistematizada, Campo Nativo e Terra para Servidão Florestal (Reserva Legal).

Os preços das terras são valores referenciais do município, por isso, estão sujeitos a grandes variações motivadas pela localização do imóvel, topografia e qualidade do solo, grau de aproveitamento agrícola, entre outros fatores. O objetivo do levantamento é conhecer a evolução dos preços das terras utilizadas na agricultura, de modo a permitir e subsidiar o gerenciamento de políticas agrícolas e dar suporte a estudos e projetos. Não está no escopo de metas informar preços de terras para balizar negócios com terras ou referenciar arbitragens.

É importante lembrar que o levantamento é de natureza declaratória, ou seja, o que o informante declara é, a princípio, a expressão da verdade. Por isso, os dados devem ser entendidos como um referencial de comercialização e não como um fato consumado. É possível que o verdadeiro valor seja, exclusivamente, do conhecimento das partes envolvidas (comprador e vendedor).

Forma de apresentação dos preços

Preço mais comum: valor mais frequente de um conjunto de preços relativos a um mesmo produto agrícola, insumo ou fator de produção, e referente a uma determinada época e local.
Preço máximo: maior dos valores dentre um conjunto de preços relativos a um mesmo produto agrícola, insumo ou fator de produção, e referente a uma determinada época e local.
Preço mínimo: menor dos valores de um conjunto de preços relativos a um mesmo produto agrícola, insumo ou fator de produção, e referente a uma determinada época e local.
Preço médio: valor médio obtido através da média aritmética simples a partir de um conjunto de preços relativos a um mesmo produto agrícola, insumo ou fator de produção, referente a uma determinada época e local.

Painel sobre o mercado agropecuário catarinense
Foto: Marcionize Bavaresco - Epagri/Cepa

Introdução

Metodologia

Dados e atualização

Os dados apresentados na área temática são obtidos a partir de parcerias, no caso de dados abertos ou públicos, e de acordos de cooperação técnica institucionais, no caso de dados de acesso restrito.

Informações da rede de armazenagem

São disponibilizados pela Conab, através de sua Superintendência em Santa Catarina. O órgão mantém o cadastro atualizado de unidades de armazenagem credenciadas para a área de grãos. A atualização é realizada sempre que em alguma das unidades ocorre mudança estrutural ou no caso de a unidade ser descredenciada, por interesse do proprietário ou da própria Conab.

Dados dos serviços de inspeção de produtos de origem animal

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) registra diariamente, a partir das emissões das Guias de Transporte Animal (GTA), todos os abatedouros que abatem animais no território catarinense, sejam eles fiscalizados pelo SIF, SIE ou SIM. O acesso eletrônico aos dados é decorrente de Acordo de Cooperação Técnica que envolve a Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca e do Desenvolvimento Rural (SAR), a Epagri e a Cidasc.

Outorga de água

A SDE mantém o cadastro, procede a fiscalização e a regularização das captações de água em diferentes situações e para usos diversos. Em cada caso, há documentos regulatórios específicos, que podem ser a outorga de direito de uso, o cadastramento ou procedimentos auto declaratórios. Os dados são públicos e foram organizados de maneira que os usuários possam realizar análises, estudos e pesquisas de interesse do agro e da sociedade catarinense.

Introdução

Metodologia

Origem dos dados

IDHM

O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) tem como fonte estudos elaborados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e Fundação João Pinheiro. As análises apresentam os índices de IDHM geral e as variações por temáticas específicas: IDHM longevidade, IDHM educação e IDHM renda para o Estado e para os municípios catarinenses. Apresenta também tabela com o ranking dos municípios em nível estadual, das regiões agro e microrregiões do IBGE.

Dados demográficos

A elaboração dos painéis da evolução da demografia catarinense usa dados disponibilizados pelos Censos Demográficos do IBGE referentes aos anos de 1980, 1990, 2000 e 2010. Analisa-se a distribuição da população no território catarinense, nas regiões agro, nas microrregiões do IBGE e nos municípios por local do domicílio (rural e urbano) e por sexo. Também são apresentados a evolução da taxa de crescimento populacional e da taxa de urbanização, assim como a pirâmide etária da população em seus vários recortes espaciais e de domicílio.

Estrutura socioprodutiva

Para a análise da estrutura socioprodutiva da agricultura utiliza-se os dados dos Censos Agropecuários do IBGE dos anos de 1975, 1985, 1996, 2006 e 2017. Os painéis estão organizados em quatro grandes áreas: perfil dos produtores rurais (idade, sexo, escolaridade, finalidade da produção gerada pelo trabalho, renda); características dos estabelecimentos agropecuários (número e área dos estabelecimentos agropecuários, utilização das terras, estrutura fundiária); pessoal ocupado na agropecuária (familiares e contratados); e Valor da Produção Agropecuária (VPA) calculado com base nos dados de produção dos censos agropecuários e de levantamentos próprios da Epagri/Cepa.

Silvicultura

Valor da Produção Agropecuária

Produto Interno Bruto

Valor Adicionado Bruto

Armazenagem de água

Unidades de abate

Armazenagem de Grãos

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