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Caracterização da cultura da pitaya: produção e comercialização no Sul Catarinense

stra representa 43,6% da área de lavouras permanentes, sendo uma opção para o plantio em pequenas áreas. Na composição da renda dos produtores a lavoura permanente representa 41,7% da renda, sendo que 28,8% da renda total é proveniente da pitaya. Na safra 2021/22, entre os principais canais de distribuição e comercialização da produção, os intermediários representam 44,5%, as cooperativas 26,5% e o Ceasa-SC 15,9% do destino das vendas. Entre os principais entraves encontrados na cultura da pitaya acima de 30% estão: o preço baixo da fruta, a ocorrência de pragas e doenças, preço alto dos insumos e a falta de defensivos registrados para a cultura. Assim, a ampliação da produção e comercialização da cultura da pitaya confirma a importância de pesquisas e estudos sobre novas culturas frutícolas no estado catarinense. 

Artigo na integra 

Autores
Rogério Goulart Junior (Epagri/Cepa)
Janice Maria Waintuch Reiter (Epagri/Cepa)
Diego Adílio da Silva (Epagri/GRCR)

Fruticultura catarinense: evolução recente das principais frutas entre 2015 e 2021(22)

Em Santa Catarina as principais lavouras permanentes de frutas representam em média 53 mil hectares colhidos com 12 mil produtores e produção média de 1,48 milhão de toneladas gerando cerca de R$1,9 bilhão de valor bruto da produção frutícola no estado. Entre as frutas produzidas no estado tem destaque a maçã, pera, pêssego, maracujá, banana e uva na
posição do ranking de nacional de produção em 1º, 2º, 3º, 3º, 4º e 6º, respectivamente (IBGE, 2022). No estudo, as principais frutas catarinenses de clima temperado e subtropical em quantidade produzida estadual, foram: banana, maçã, uva, maracujá, pêssego/nectarina, laranja, tangerina e pera. Assim, o objetivo do estudo foi verificar a evolução da produção das principais culturas frutícolas e as taxas de crescimento de indicadores como: número de produtores, área média por produtor produção e produtividade média. Esses indicadores por cultura podem ser utilizados para o planejamento agrícola e econômico do setor no estado catarinense e comparativo para outras unidades da federação. 

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Autores:
Rogério Goulart Junior – rogeriojunior@epagri.sc.gov.br
Alceu Assis José Vicente –  alceuvicente@epagri.sc.gov.br
Sergio Neres da Veiga –  sergioveiga@epagri.sc.gov.br

A região dos vinhos de altitude de Santa Catarina: em busca de uma indicação de procedência

Na região dos vinhos de altitude catarinense existem algumas características regionais especiais da produção, como altitude e frio, que favorecem o desenvolvimento de frutas temperadas, principalmente maçã, uva, pêssego, ameixa e goiaba serrana, uma fruta nativa da região. A viticultura é tradicional em várias regiões do estado. Na década de 1990, novas áreas começaram a se destacar, como a região de altitude. O Brasil busca definir uma identidade para seus vinhos, com produção de qualidade em regiões específicas. A indicação geográfica é uma opção para melhorar a identidade e aumentar a competitividade. Nos anos 2000, a pesquisa se intensificou para desenvolver o potencial regional para a produção de uvas e vinhos finos. Assim, os produtores associados de “vinhos de altitude” estão solicitando o registro da IG. Desde então, a região passou a receber investimentos para a implantação de vinhedos e vinícolas. 

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Ano: 2020

Autores:
Léo Teobaldo Kroth;
Rogério Goulart Júnior;
Janice Maria Waintuch Reiter

Produção de bovinos para autoconsumo em Santa Catarina: relevância, características e dinâmica

A produção de bovinos para autoconsumo representa uma importante fonte de proteína animal para mais de 50 mil agricultores de Santa Catarina sendo que o abate destes animais gera um VBP de R$ 223 milhões. Não obstante sua relevância econômica e social, o abate para consumo próprio não faz parte da maioria das estatísticas oficiais, o que invisibiliza a atividade e resulta na existência de poucos estudos sobre o tema. O presente artigo apresenta uma análise exploratória dos abates de bovinos para autoconsumo em Santa Catarina entre 2010 e 2019, buscando identificar as principais características da atividade e avaliar as mudanças ocorridas no período. Para isso, foram utilizados dados do cadastro de produtores e animais junto ao órgão de defesa agropecuária do estado. Verificou-se que, em 2010, o autoconsumo representava 17,7% do total de bovinos abatidos em Santa Catarina.

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Ano: 2020

Autor (es):
Alexandre Luís Giehl – Epagri/Cepa
Márcia Mondardo – Epagri/Cepa

Análise de custos de produção de maçã em Santa Catarina entre 2015 e 2024

A maleicultura catarinense conta com média de 2,7 mil produtores e área de mais de 15 mil hectares, mas sua produção apresenta variações decorrentes de eventos climáticos adversos e problemas fitossanitários. Os custos de produção alternam próximo de R$ 50 mil por ha, para atender adequações de insumos, controle fitossanitário e mão-de-obra. Por isso o entendimento da evolução nos custos nas safras se torna importante indicador para o setor. O objetivo deste trabalho foi identificar quais as contas com maiores participações e variações ao longo do período, como forma de melhoria na tomada de decisão do setor. 

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Autores:
Rogério Goulart Junior – rogeriojunior@epagri.sc.gov.br

SC na frente – 2025

Santa Catarina ocupa posição de destaque no cenário do agronegócio brasileiro, mesmo sendo um dos menores estados em extensão territorial. Com uma economia fortemente baseada na produção agropecuária, o estado demonstra eficiência, inovação e alta produtividade em diversas cadeias produtivas. Líder nacional em produtos como maçã, carne suína, cebola e moluscos, Santa Catarina alia tecnologia, gestão e diversidade agrícola, consolidando-se como um dos principais polos agroindustriais e exportadores do Brasil.

Confira mais na publicação abaixo:

 

 

 

 

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O El Niño e a safra catarinense de grãos 2023/2024

Com a chegada do final do ano de 2023, podemos fazer um breve balanço do comportamento do mercado do agro catarinense, assim como vislumbrar como será a próxima safra. A economia brasileira mostra sinais de recuperação, a taxa Selic, taxa básica de juros da economia, que influencia outras taxas de juros do país, como nos empréstimos e aplicações financeiras, recuou 14,6% em dezembro de 2023, na comparação com dezembro de 2022. Nosso PIB em 2023 deverá crescer em torno de 3,1%, o câmbio está abaixo de R$ 5,00 por dólar e a inflação (IPCA) dos últimos 12 meses encontra-se em 4,7%. Esses números são bastante positivos quando comparados às expectativas iniciais. Continue reading “O El Niño e a safra catarinense de grãos 2023/2024”

Safra 2023/2024 de milho: saiba quais são os fatores decisivos para o plantio do grão em Santa Catarina

O milho é um cereal que impacta profundamente na realidade do agronegócio catarinense. A insuficiência de milho para a cadeia produtiva da proteína animal e o elevado custo de transporte desse grão, em especial do Centro Oeste, para o abastecimento interno do Estado preocupam o ramo agropecuário. Santa Catarina precisa importar mais de 5 milhões de toneladas, principalmente para alimentação de aves, suínos e gado leiteiro. Continue reading “Safra 2023/2024 de milho: saiba quais são os fatores decisivos para o plantio do grão em Santa Catarina”

Custo de produção safra 2023/2024: qual a melhor época para comprar fertilizantes?

A safra agrícola 2023/24 se aproxima. Para quem se prepara para os cultivos de inverno, o momento é de planejamento para tomada de decisão, sobretudo com relação ao que plantar, onde plantar e quanto plantar.  Por isso, o produtor não pode descuidar de todos os fatores que envolvem a produção agrícola e, dentre eles, estar atento aos custos de produção.

Nos últimos meses, presenciamos a grande valorização das matérias-primas que compõem fertilizantes e adubos, sobretudo a partir do início do conflito entre Rússia e Ucrânia. Atualmente, o Brasil importa mais de 80% da matéria-prima para a fabricação de fertilizantes. A guerra desencadeou um clima de insegurança e instabilidade nos principais países produtores e exportadores de produtos agropecuários, com destaque para o setor de produção de grãos.

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Análise do setor de sementes de soja em Santa Catarina

A semente é o insumo básico e vital em qualquer sistema de produção agrícola (PESKE et al., 2019). É ela que contém toda tecnologia resultante de anos de pesquisa, melhoramento genético, seleção e testes de avaliação de cultivares em diferentes ambientes e determina o potencial produtivo de um cultivo. O mercado de sementes de soja movimenta 8,5 bilhões de reais anualmente no Brasil (ABRASEM, 2022). Com destaque ao consumo doméstico, uma vez que o Brasil é o maior produtor de soja do mundo, tendo alcançado na safra de 2021/22 a marca de 120 milhões de toneladas produzidas (CONAB, 2022).

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