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Análise da produção, comercialização e sazonalidade de volume e preço de hortifrútis no brasil: a participação de Santa Catarina em frutas e frutos

Este estudo investiga a comercialização e sazonalidade de hortifrútis no Brasil, com foco especial na participação de Santa Catarina no mercado de frutas e frutos nas Centrais de Abastecimento (CEASAs). Utilizando dados do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) e do Censo Agropecuário de 2017, a pesquisa examina as variações sazonais e regionais na comercialização desses produtos, bem como as flutuações de preços ao longo do ano. O objetivo é compreender os fatores que impactam a dinâmica de preços e a logística de abastecimento, visando garantir uma oferta estável e eficiente de alimentos frescos para a população. Santa Catarina destaca-se como um dos principais produtores de frutas e frutos no Brasil, com ênfase na maçã, banana, abóbora e tomate. O estado contribui significativamente para a produção nacional, com destaque para municípios como São Joaquim e Fraiburgo na produção de maçãs, e Corupá e Luiz Alves na produção de bananas.  

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Autores
Júlia de Oliveira Silva; CSE/UFSC; J.Oliveira.Silv@hotmail.com
Lilian de Pellegrini Elias; CEPA-EPAGRI; lilianelias@epagri.sc.gov.br
Rogério Goulart Jr.; CEPA-EPAGRI; rogeriojunior@epagri.sc.gov.br

Análise sobre o comportamento da carne de frango comercializada por Santa Catarina com o exterior

O mercado agropecuário é um pilar fundamental da economia brasileira, com destaque para a produção e exportação de carne de frango, setor no qual Santa Catarina se destaca. Considerando a significativa relevância do setor para a economia de Santa Catarina, consolidando-se como o principal produto de exportação em relação a valores do estado há mais de uma década (Cepa/Epagri, 2024), torna-se fundamental compreender os fatores que influenciam as exportações e analisar as características de seu comportamento ao longo do tempo. Este artigo analisa o comportamento das exportações catarinenses de carne de frango entre 2003 e 2023, com foco na identificação de tendências, sazonalidades e quebras estruturais, sendo a carne de frango o produto de maior valor exportado pelo estado e um dos produtos mais relevantes dentro da balança comercial brasileira voltada ao agronegócio. Os resultados mostram que fatores econômicos, condições sanitárias e o comportamento dos demandantes do produto ao longo do ano influenciam diretamente o volume exportado, contribuindo para a compreensão das dinâmicas do setor e o desenvolvimento de estratégias que reforcem a competitividade catarinense no mercado internacional. 

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Autores
Yasmin Metzler, Epagri/Cepa, metzleryasmin@gmail.com
 Alexandre Luís Giehl, Epagri/Cepa, alexandregiehl@epagri.sc.gov.br   

Políticas públicas estaduais para a agricultura familiar em Santa Catarina: uma análise do Programa Terra Boa

A descentralização das políticas agrícolas que ocorreu entre as décadas de 1980 e 1990 colocam em destaque Santa Catarina, cuja estratégia na dinâmica agropecuária nacional tem como um de seus pilares o apoio das políticas públicas voltadas a esse setor. Trata-se de um suporte que auxilia no aumento da produtividade, na inovação tecnológica e organizacional e na inserção do estado catarinense nos mercados externos. Este estudo visa examinar os resultados recentes do Programa Terra Boa, uma das
políticas estaduais de maior importância no apoio à agricultura familiar catarinense. Análises mais aprofundadas foram feitas em relação aos projetos Calcário, Sementes de Milho e Kit Forrageira, os mais solicitados no período analisado. Entre 2020 e 2024,
mais de 100 mil produtores familiares tiveram algum tipo de auxílio advindo dessa política, um número expressivo tendo em conta que, de acordo com o Censo Agropecuário de 2017, Santa Catarina conta com 183 mil estabelecimentos agropecuários. No período abordado, 2020 a 2024, os valores de subvenção dos três projetos analisados somaram R$198 milhões, R$158 milhões e R$40 milhões. Foram verificadas diferenças regionais quanto ao acesso a cada projeto, com destaque para o Oeste e Alto Vale do Itajaí no tocante à aquisição de sementes de milho; Planalto norte, Planalto sul e Alto Vale do Itajaí na obtenção de calcário; e no Planalto Sul em relação ao kit forrageira.

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Autores
Lilian de Pellegrini Elias – EPAGRI/CEPA – lilianelias@epagri.sc.gov.br
Germano Benjamim Schmidt – EPAGRI/CEPA – germanoschmidt@epagri.sc.gov.br
Luiz Carlos Mior – EPAGRI/CEPA – lcmior@gmail.com
Alexandre Luís Giehl – EPAGRI/CEPA – alexandregiehl@epagri.sc.gov.br  

Análise da produção e comercialização dos subgrupos de hortaliças folhosas e radiculares: participação no mercado atacadista brasileiro

Este trabalho pretende analisar a produção e a comercialização de hortaliças folhosas e radiculares, para identificar a dinâmica de mercados e oportunidades de estruturação de políticas de segurança alimentar e nutricional (SAN) a partir de subgrupos de produtos que compõem os grupos dos hortifrútis. O objetivo é identificar os principais estados produtores com a maior inserção no mercado atacadista brasileiro de hortaliças folhosas e radiculares determinando volumes comercializados, valores negociados e quais os fatores que impactam a dinâmica de preços e a comercialização desses alimentos valorizando a melhoria dos padrões nutricionais da população a um preço acessível. Compreender essas variáveis é crucial para melhorar a logística e o abastecimento, garantindo a oferta de produtos dos subgrupos ao longo do ano, conforme a sazonalidade na produção. Neste trabalho os subgrupos de hortaliças folhosas (FOL) e radiculares (RBT), são destaques no cenário nacional dentre a comercialização de hortifrútis. De acordo com o Censo Agropecuário de 2017, o subgrupo das hortaliças folhosas (FOL) produziu um total de 1,92 milhão de toneladas, desse total os três principais estados produtores são responsáveis por 57,8%. Em
valores o subgrupo gerou R$ 3,03 milhões, em 2017, com 12,9% sendo de alface e repolho. O subgrupo das hortaliças radiculares (RBT) produziu um total de 10,48 milhão de toneladas, desse total os quatro principais estados respondem por 49,9% da produção nacional. Em valores o subgrupo gerou R$ 10,0 milhões, sendo 44,5% de cenoura, cebola e batata-inglesa. Assim, com o entendimento da dinâmica de preços e comercialização dos subgrupos FOL e RBT, pode-se incentivar uma comercialização que garanta uma oferta mais estável e eficiente, promovendo políticas públicas e de coordenação dos mercados para a alimentação mais saudável e sustentável para a população.

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Autores
Rogério Goulart Jr. – CEPA –  EPAGRI – rogeriojunior@epagri.sc.gov.br
Júlia de Oliveira Silva – CSE/UFSC –  j.oliveira.silv@hotmail.com  

Fruticultura brasileira: estudo de indicadores da dinâmica da estrutura produtiva e econômica entre 2002 e 2022

Entre 2002 e 2022, a fruticultura brasileira teve um crescimento médio anual de 0,5%, com valor bruto de produção (VBP) atingindo R$ 53,7 bilhões em 2022, o que representa 6,5% do total das lavouras permanentes e temporárias. Houve retração no período de 2002 a 2014, com queda anual de -0,6%, seguida por recuperação e crescimento de 2,0% ao ano entre 2014 e 2022. Os principais estados produtores são: São Paulo (30,6% do VBP), Pará, Bahia, Minas Gerais, entre outros. As frutas com maior VBP são laranja, banana, uva, manga, maçã, mamão, limão, maracujá e tangerina. O objetivo deste trabalho é identificar a participação da lavoura da fruticultura no total das lavouras permanente e temporária e analisar a dinâmica econômica da produção da fruticultura e das principais frutas nas unidades federativas em relação ao total nacional a partir de indicadores para medir a participação
relativa, a concentração e a especialização dos resultados entre 2002 e 2019. A análise utilizou dados do IBGE e indicadores para avaliar especialização, concentração e participação regional. São Paulo e Pará se destacam no quadrante dinâmico da fruticultura. Estados como Bahia e Espírito Santo apresentaram oscilações entre crescimento e estagnação, enquanto Pernambuco e Santa Catarina tiveram avanço na especialização. 

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Autor
Rogério Goulart Jr. – CEPA –  EPAGRI – rogeriojunior@epagri.sc.gov.br

Dinâmica do trabalho e emprego na pecuária catarinense: uma análise a partir dos censos agropecuários

Este estudo analisa a dinâmica do trabalho e emprego na pecuária catarinense entre 1995 e 2017, com base em dados dos Censos Agropecuários do IBGE. Os resultados revelam uma redução de 30,2% no pessoal ocupado em estabelecimentos agropecuários no período, contrastando com o crescimento de 43,6% na mão de obra específica da pecuária. A produção apresentou aumentos expressivos (leite: +266%; suínos: +102%; frangos: +74%), indicando ganhos de produtividade associados à modernização tecnológica. Evidenciou-se grande diferenciação regional, com predominância do Oeste Catarinense, responsável por 56,5% da mão de obra ocupada na pecuária catarinense e pela maior parte da produção animal do estado (75,7% do leite, 79,4% dos frangos, 78,9% dos suínos, 50,9% dos bovinos e 49,4% dos ovos). A mesorregião Serrana, por outro lado, destacou-se pela alta ocupação em atividades menos tecnificadas, como a bovinocultura de corte, amplamente presente na região. A agricultura familiar manteve relevância (74,9% do emprego total em 2017), mas registrou queda (-7,4%), acompanhando a
tendência de concentração produtiva. Conclui-se que a pecuária catarinense passou por intensa modernização nas últimas décadas, com aumento da produtividade e redução relativa do emprego, especialmente no segmento familiar. A heterogeneidade regional é uma característica marcante do setor, com o Oeste dominando a produção, especialmente nas cadeias produtivas com maior incorporação de tecnologias. Contudo, a ausência de dados desagregados para algumas atividades, bem como o tempo transcorrido desde o último censo, dificulta análises mais precisas. Os achados sugerem tensões entre eficiência econômica e equidade social, apontando para a necessidade de políticas que conciliem inovação tecnológica com a manutenção de postos de trabalho, especialmente para os produtores familiares. Recomendam-se novos estudos, abordando os impactos das
mudanças tecnológicas sobre as ocupações no setor pecuário. 

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Autor
Alexandre Luís Giehl – alexandregiehl@epagri.sc.gov.br

Dinâmica da produção de grãos no estado de Santa Catarina no período de 2014 a 2024

O setor agropecuário de Santa Catarina tem grande relevância social e econômica, mesmo com restrições territoriais que limitam a sua expansão. O estado se destaca na produção de grãos como arroz, milho, soja, feijão e trigo, os quais representam mais de 25% do valor da produção agropecuária estadual. Nos últimos dez anos, observou-se uma transformação significativa na dinâmica da produção de grãos. A área de cultivo do arroz manteve-se estável, mas a produtividade aumentou. O feijão e milho apresentaram redução expressiva na área cultivada na última década. O milho resultando no aumento da dependência de grãos de outros estados e países. Como resultado, a área total cultivada com grãos em Santa Catarina aumentou 289 mil hectares no período avaliado, refletindo mudanças no uso do solo e na estratégia produtiva dos agricultores. Destaca-se ainda o aumento do milho para silagem, impulsionado pelo crescimento da produção leiteira no estado. Além disso, a redução do cultivo de fumo contribuiu para a substituição por culturas anuais, acompanhando as novas dinâmicas do setor agrícola catarinense. Em contrapartida, a soja registrou a maior expansão, com crescimento de mais de 213 mil hectares em dez anos, tornando-se a principal cultura de grãos do estado. Esse avanço ocorreu sobre áreas anteriormente ocupadas por milho, feijão, pastagens e florestas plantadas, sendo impulsionado por sua alta demanda e menor custo de produção.  

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Autores
Gabriela Woiczack de Arruda – Universidade Federal de Santa Catarina –  https://orcid.org/0009-0007-3140-8892
Haroldo Tavares Elias – Epagri/ Cepa
João Rogério Alves – Epagri/ Cepa

Construção de sistemas alimentares saudáveis, sustentáveis e inclusivos através das compras públicas de alimentos da agricultura familiar: uma revisão integrativa

As compras públicas de alimentos adquirem itens provenientes da agricultura familiar enquanto estratégia de construção de sistemas alimentares saudáveis, sustentáveis e inclusivos, embora se reconheça que nem toda agricultura familiar seja sustentável. No entanto, não está claro se tais estratégias advindas das diretrizes dos programas são traduzidas em ações nas diferentes etapas do sistema alimentar, desde a produção até o consumo. Diante disso, realizou-se uma revisão integrativa com o objetivo de associar compras públicas de alimentos da agricultura familiar e construção destes sistemas com foco nos dois programas-chave de compras públicas brasileiros: o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), especialmente a modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A revisão integrativa revela que, embora esses programas sejam elaborados com a intenção de construir sistemas alimentares saudáveis, sustentáveis e inclusivos, sua implementação enfrenta limitações. As diretrizes incluem critérios como aquisição de alimentos orgânicos e agroecológicos, alimentos da sociobiodiversidade advindos de povos e comunidades tradicionais e inclusão de agricultores
familiares vulneráveis como fornecedores. No entanto, os resultados das políticas estão concentrados na dimensão socioeconômica, especialmente no aumento da renda e garantia de comercialização. Para que as políticas de compras públicas possam impactar positivamente a transformação do sistema alimentar, ainda se faz necessária a expansão do escopo dos programas em suas dimensões saudável e sustentável.  

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Autores
Lilian de Pellegrini Elias
Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa), Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa
Catarina (Epagri), Florianópolis (SC), Brasil. E-mail: lilianelias@epagri.sc.gov.br

Gabriela Perin
Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Brasília (DF),
Brasil. E-mail: gabriela.perin@ipea.gov.br

Julia de Oliveira Silva
Departamento de Economia e Relações Internacionais (DERI), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis (SC),
Brasil. E-mail: julia.oliveira.silva@grad.ufsc.br

Lea Vidigal
Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo (USP), São Paulo (SP), Brasil. E-mail: lea.medeiros@alumni.usp.br

Felipe Jabali Marques
Institute of Law, Politics and Development (DIRPOLIS), Sant’Anna School of Advanced Studies (SSSA), Pisa, Italy. E-mail: felipe.
marques@santannapisa.it

Custo de Produção Safra 2021/22 – Relação de troca entre produtos agrícolas e insumos

Em 2021, Santa Catarina produziu uma safra menor de grãos, foram 5,80 milhões de toneladas na safra 2020/21, contra as 7,07 milhões de toneladas produzidas na safra 2019/20, um redução de 17,91%. Mais uma vez, problemas decorrente da ação negativa de eventos
climáticos extremos, como estiagens e geadas, comprometeram o desenvolvimento das lavouras, resultando numa redução da área plantada e da produtividade de muitas lavouras. Isso fez com que nosso estado caísse uma posição no ranking nacional na produção de grãos, descendo da nona para a décima posição. 
Para que possamos melhorar nossa produção de grãos, é fundamental que se faça o uso racional dos insumos e fatores de produção disponíveis ao produtor. Assim, por mais que saibamos que cada produtor tem seu próprio custo de produção em função dos fatores de produção de que dispõe, o planejamento da safra passa a ser fundamental e requer uma análise cuidadosa de todos os itens que compõem os custos de produção. 
Com muitos insumos sendo reajustados pelo equivalente a variação da cotação do dólar, analisar custos é fundamental na hora de decidir o quanto, onde e quando plantar. Nesse sentido, analisar a relação de troca, pode auxiliar o produtor na tomada de decisão. Trata-se de um indicador que mensura a capacidade de compra de um insumo com a receita apurada na venda do produto, ou seja, a quantidade de produto agrícola necessário para a aquisição de um determinado insumo. 

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Ano: 2021

Autor:
João Rogério Alves – Epagri/Cepa

Idade de abate de bovinos em Santa Catarina: panorama estadual e mesorregional

Em razão de sua reduzida área geográfica e da posição intermediária no ranking nacional, a bovinocultura catarinense se vê compelida a basear sua competitividade na qualidade e na melhoria dos índices zootécnicos, como a redução da idade de abate. O presente trabalho analisou a evolução na idade de abate de bovinos em Santa Catarina e nas mesorregiões do estado. Entre 1997 e 2023, a participação de animais de até 2 anos no total de abates passou de 18,8% para 36,7%, enquanto a média nacional manteve-se estável. Quando se utiliza um recorte regional, verifica-se situações distintas entre as seis mesorregiões do estado, com a participação dos animais jovens variando de 37% no Vale do Itajaí, até 49% no Norte Catarinense. Esse cenário é explicado, ao menos em parte, pela finalidade da atividade (leite ou corte) predominante em cada porção do território estadual, embora outros fatores possam ter grande influência nos resultados. 

Artigo na íntegra

Autor:
Alexandre Luís Giehl – alexandregiehl@epagri.sc.gov.br

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Observatório Agro Catarinense
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