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Preço dos ovos sobe em fevereiro e interrompe sequência de quedas em Santa Catarina

Os preços de atacado dos ovos de galinha em Santa Catarina registraram alta de 9,2% nas três primeiras semanas de fevereiro, na média estadual, em comparação com o mês anterior. O movimento interrompe a trajetória de forte queda observada desde abril do ano passado e sinaliza um ajuste do mercado diante de mudanças sazonais na demanda e na oferta, conforme dados da Epagri/Cepa.

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Produção de maçã deve crescer quase 28% em Santa Catarina

A safra de maçã 2025/26 em Santa Catarina deve ser marcada por forte recuperação da produção. A estimativa  indica alta de 27,9% nas principais regiões produtoras em relação à safra anterior, ampliando a oferta da fruta no mercado e reposicionando o estado como um dos principais fornecedores no cenário nacional.

No total estimado para esta safra, a maçã Fuji lidera o volume, com 51,2% da produção e crescimento esperado de 14,4%. A Gala representa 47,2% do total, com aumento expressivo de 48,3%, enquanto as precoces participam com 1,6% e avanço estimado de 2,2%.

Esse crescimento produtivo já começa a refletir no mercado. Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, a entrada de maçãs precoces e o escoamento do estoque remanescente da safra passada aumentaram a disponibilidade da fruta, o que resultou em pressão sobre os preços no atacado e maior concorrência com frutas importadas.

 

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Extremo-Oeste deve colher mais de 200 sacas de milho por hectare, indica Giro da Safra

Os produtores do Extremo-Oeste catarinense devem colher 200,1 sacas de milho por hectare. É o que indica o levantamento preliminar da safra 2025/26, apresentado na primeira etapa do Giro da Safra, em São Miguel do Oeste. A iniciativa, realizada em parceria entre a Epagri e o Sicoob Central SC/RS, avaliou até o momento 70 lavouras da região. O projeto prevê a análise de amostras em 87 propriedades distribuídas pelos municípios de Belmonte, Caibi, Cunha Porã, Descanso, Dionísio Cerqueira, Guaraciaba, Iporã do Oeste, Maravilha, Palmitos, Pinhalzinho, São José do Cedro e Saudades.

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Epagri e Sicoob apresentam dados preliminares sobre a safra de milho 2025/26 em São Miguel do Oeste

Na próxima quinta-feira, 12 de fevereiro, a Epagri e o Sicoob apresentam os dados preliminares sobre a produção de milho no Extremo-Oeste de Santa Catarina durante a primeira etapa do Giro da Safra 2025/26. O evento, realizado em conjunto entre as instituições, chega à sua terceira edição com o objetivo de aprimorar o sistema de monitoramento da safra realizado pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa) e consolidar as parcerias entre os diversos setores do agronegócio catarinense. 

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Parceria entre Epagri e setor produtivo marca abertura da colheita do arroz em SC

Uma celebração à qualidade e capacidade produtiva do arroz catarinense marcou a 8ª Abertura Oficial da Colheita da safra 2025/2026 em São João do Itaperiú, na última sexta, 23, reunindo produtores, autoridades, pesquisadores, técnicos e empresas parceiras. A estimativa é que sejam colhidas até março 1,2 milhão de tonelada de arroz.

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Acordo União Europeia–Mercosul abre novas frentes para o agro catarinense

A assinatura do Acordo União Europeia–Mercosul, prevista para este sábado, 17 de janeiro, marca um novo capítulo nas relações comerciais entre os dois blocos e reacende expectativas no setor produtivo catarinense. O tratado estabelece a redução ou eliminação gradual de tarifas de importação e exportação, além do alinhamento de regras para o comércio de bens industriais e agrícolas, investimentos e padrões regulatórios. Também prevê regras de origem, simplificação dos trâmites aduaneiros, maior transparência e o reconhecimento de certificações, com foco na redução da burocracia e na facilitação do comércio entre os blocos.

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50 anos de pesquisa: como a Epagri transformou Santa Catarina no maior produtor nacional de cebola

A produtividade da cebola em Santa Catarina cresceu cerca de 300% nos últimos 50 anos, desde a criação da Empasc, empresa pública de pesquisa agropecuária que deu origem à Epagri. O rendimento médio cresceu de 7,2 toneladas por hectare para 28,8 t/ha. O resultado se deve principalmente ao trabalho da Epagri de desenvolvimento de novas tecnologias de produção e de cultivares mais resistentes e atrativos comercialmente. 

Ações da Epagri de desenvolvimento de novas tecnologias de produção e de cultivares mais resistentes e atrativos impulsionaram produtividade da cultura da cebola (Foto: Aires Mariga/Epagri)

Os dados são da Síntese Anual da Agricultura de Santa Catarina, publicação elaborada pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa). A produção de cebola envolve cerca de oito mil famílias de agricultores que têm na cultura uma importante fonte de renda. Do ponto de vista econômico, a cebola é a hortaliça que apresenta o maior valor bruto de produção, movimentando entre R$ 600 a 900 milhões por ano.

O presidente da Epagri, Dirceu Leite, destaca que a empresa teve um papel preponderante na transformação do cultivo da cebola no Estado, levando Santa Catarina à liderança na produção nacional da hortaliça. Para ele, o desempenho da cebolicultura é fruto de um trabalho que nasce nas estações experimentais, mas ganha força de verdade quando chega às mãos dos agricultores. 

“A história do cultivo da cebola no Estado é também a história da confiança do produtor nas soluções que nós da Epagri construímos junto com eles. Nosso compromisso sempre foi oferecer ciência aplicada, tecnologias acessíveis e informação qualificada para que cada família agricultora pudesse produzir com mais segurança, eficiência e renda”, afirma Leite.

Hoje, a cebola integra a seleta lista dos produtos agropecuários catarinenses que são campeões de produção no Brasil. Dados do Observatório Agro Catarinense referente à safra 2024/2025 mostram que Santa Catarina responde por um terço da área plantada (19.295 hectares) e da produção (556.484 toneladas), com destaque para a cidade de Ituporanga, a capital nacional da cebola.

Variedades mais resistentes

Um dos principais marcos da pesquisa da Epagri em benefício da produção de cebola é o desenvolvimento de novos cultivares. Ao longo de sua história, a empresa lançou 10 variedades com o objetivo de ampliar o potencial produtivo, garantir boa conservação pós-colheita e se aproximar das características que agradam o consumidor. O primeiro cultivar, Empasc 351 – Seleção Crioula, foi lançado em 1984 e marcou a redução da dependência de sementes vindas do Rio Grande do Sul.

Desde então, outras variedades foram sendo incorporadas ao portfólio, até chegar à atual campeã de preferência entre produtores e comerciantes: a SCS373 Valessul. Lançada em 2017, ela já responde por mais da metade da área plantada de cebola em Santa Catarina. A Valessul combina as principais vantagens das duas variedades líderes antes de sua chegada — Bola Precoce e Crioula Alto Vale — reunindo maior resistência a pragas e doenças, além de excelente capacidade de armazenamento e transporte.

Desenvolvida pela Epagri, Valessul é a atual campeã de preferência entre produtores, comerciantes e consumidores (Foto: Aires Mariga/Epagri)

Para o gerente da Estação Experimental da Epagri em Ituporanga, Gerson Wamser, essas características fazem muita diferença na rotina do produtor e no desempenho da cadeia como um todo. “A maior durabilidade no armazenamento permite ao agricultor comercializar a cebola em períodos de preços mais favoráveis, enquanto a resistência às pragas reduz custos com agrotóxicos. Já a casca vermelho-amarronzada, mais firme e aderente, conquistou o consumidor e contribuiu para o sucesso da Valessul no mercado”, destaca.

Sistemas de produção eficientes

A pesquisa da Epagri também foi protagonista no desenvolvimento de sistemas de produção mais eficientes e sustentáveis ambientalmente para a cebolicultura, proporcionando melhor custo/benefício para o produtor. Entre eles, o Plantio Direto de Hortaliças (SPDH), método agrícola que tem como principais pilares o revolvimento da terra limitado à linha da semeadura e a cobertura permanente do solo por meio de palhadas e plantas leguminosas. 

A cebolicultura se concentra em áreas suscetíveis à erosão e com solos bastante frágeis. Com as técnicas do SPDH, houve tanto controle da erosão quanto melhoria das condições do solo e redução do uso de produtos agroquímicos. O resultado direto na produção, segundo pesquisas realizadas pela Estação Experimental de Ituporanga, foi um aumento de até 22% no rendimento da cebola. 

Técnicas como o Plantio Direto contribuíram para sistemas de produção mais eficientes e sustentáveis, ampliando a produtividade

Outro método desenvolvido pela Epagri para os produtores de cebola é o Sistema de Produção Integrada de Cebola (SISPIC). Conforme explica o pesquisador da Estação Experimental de Urussanga, Francisco Olmar Gervini de Menezes Júnior, trata-se de um conjunto de orientações técnicas que tem o objetivo de produzir alimento seguro e sustentável. Ao mesmo tempo em que contribui para o aprimoramento da gestão da propriedade, ele traz redução de custos e agrega valor ao produto, melhorando a renda e diminuindo perdas e desperdícios. 

O sistema ganhou projeção nacional e internacional. Em 2016, o SISPIC foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) como um exemplo de desenvolvimento sustentável agrícola e passou a fazer parte da plataforma digital de boas práticas da organização. Em 2022, o Governo Federal o transformou em uma norma técnica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). 

Por: Cléia Schmitz, jornalista bolsista Epagri/Fapesc

Câmara Setorial de Grãos discute impactos do clima na safra de milho

No dia 10 de dezembro de 2025, a Câmara Setorial de Grãos reuniu, em formato on-line, especialistas do Brasil, da Esalq/Cepea e dos Estados Unidos para discutir o cenário do milho no Sul do país e as perspectivas para 2026. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária por meio da SAPE/CEDERURAL SC, teve como objetivo analisar a situação da safra, o comportamento do mercado e as projeções para o próximo ano.

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Exportações catarinenses de carnes batem recorde e somam US$ 3,7 bilhões até outubro

Santa Catarina segue consolidando sua posição de destaque nas exportações brasileiras de carnes. Mesmo com leve retração nos embarques de outubro, o estado registrou, no acumulado de janeiro a outubro de 2025, o melhor resultado da série histórica tanto em volume quanto em receita, segundo dados da Epagri/Cepa.

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Agronegócio catarinense bate recordes e reforça protagonismo nacional

Santa Catarina continua como destaque nacional em vários produtos conforme os dados agropecuários de 2024 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com apenas 95,7 mil km² e uma população de 8,2 milhões de habitantes, Santa Catarina ocupa a 20ª posição em extensão territorial no país, mas está  entre os oito maiores estados brasileiros que se destacam no agronegócio. 

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