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Artigo de conjuntura: qual a melhor época para comprar fertilizantes?

As oscilações no custo de produção e estratégias para reduzi-lo são os temas abordados no artigo de conjuntura “Custo de produção safra 2023/2024: qual a melhor época para comprar fertilizantes?”. O texto é assinado pelo analista de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural da Epagri/Cepa, João Rogério Alves, que é engenheiro agrônomo e mestre em Agroecossistemas.

O artigo busca colaborar com os agricultores no planejamento da safra 2023/2024 a partir de dados levantados e analisados pela Epagri/Cepa sobre a movimentação do mercado de fertilizantes e adubos. A sazonalidade é uma das características do setor e Alves busca explicar os motivos para esse comportamento. Quer saber mais? Leia o artigo AQUI.

Custo de produção safra 2023/2024: qual a melhor época para comprar fertilizantes?

A safra agrícola 2023/24 se aproxima. Para quem se prepara para os cultivos de inverno, o momento é de planejamento para tomada de decisão, sobretudo com relação ao que plantar, onde plantar e quanto plantar.  Por isso, o produtor não pode descuidar de todos os fatores que envolvem a produção agrícola e, dentre eles, estar atento aos custos de produção.

Nos últimos meses, presenciamos a grande valorização das matérias-primas que compõem fertilizantes e adubos, sobretudo a partir do início do conflito entre Rússia e Ucrânia. Atualmente, o Brasil importa mais de 80% da matéria-prima para a fabricação de fertilizantes. A guerra desencadeou um clima de insegurança e instabilidade nos principais países produtores e exportadores de produtos agropecuários, com destaque para o setor de produção de grãos.

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Mercado da maçã deve ter redução das importações com a comercialização da safra nacional

Os consumidores devem ter notado que, nos últimos meses, a presença de maçã europeia nas gôndolas dos supermercados tem sido significativa. De fato, as importações da fruta cresceram no segundo semestre de 2022 e início de 2023. Além do Chile e da Argentina, tradicionais fornecedores da fruta para o Brasil, nos últimos meses as importações da Itália e de Portugal têm se destacado. Contudo, a expectativa é que com o início da colheita da maçã nacional as importações diminuam, principalmente porque o câmbio faz com que a maçã europeia perca competitividade no mercado brasileiro. Continue reading “Mercado da maçã deve ter redução das importações com a comercialização da safra nacional”

Safra de alho superou 16 mil toneladas, mas preço segue em baixa

A safra de alho catarinense está em fase de comercialização e um desafio aos produtores é o preço, que está em patamares abaixo do custo de produção estimado para o Estado. Conforme dados do Projeto Safras, do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), a área plantada com alho na safra 2022/2023 foi de 1.490 hectares, com produção de aproximadamente 16,2 mil toneladas. 

A produtividade ficou em torno de 10,9 mil quilos por hectare. Conforme dados disponíveis no site do Observatório Agro Catarinense, essa produtividade é superior ao registrado nas últimas oito safras.  Continue reading “Safra de alho superou 16 mil toneladas, mas preço segue em baixa”

Análise do setor de sementes de soja em Santa Catarina

A semente é o insumo básico e vital em qualquer sistema de produção agrícola (PESKE et al., 2019). É ela que contém toda tecnologia resultante de anos de pesquisa, melhoramento genético, seleção e testes de avaliação de cultivares em diferentes ambientes e determina o potencial produtivo de um cultivo. O mercado de sementes de soja movimenta 8,5 bilhões de reais anualmente no Brasil (ABRASEM, 2022). Com destaque ao consumo doméstico, uma vez que o Brasil é o maior produtor de soja do mundo, tendo alcançado na safra de 2021/22 a marca de 120 milhões de toneladas produzidas (CONAB, 2022).

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Boletim Agropecuário de janeiro traz avaliação do desempenho de diferentes produtos em 2022

Capa Boletim Agropecuário

Já está disponível a edição de janeiro do Boletim Agropecuário, publicação mensal do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Empresa de Pesquisa e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri/Cepa). Nesta edição, além das tradicionais informações sobre o desenvolvimento das safras, da produção e dos mercados de produtos acompanhados pelo Cepa, também há análises sobre o desempenho dessas variáveis em 2022 e a perspectiva para 2023. Continue reading “Boletim Agropecuário de janeiro traz avaliação do desempenho de diferentes produtos em 2022”

Participação da agricultura familiar nas principais cadeias produtivas de carnes em Santa Catarina

A produção de suínos e frangos são as duas principais atividades agropecuárias catarinenses, responsáveis por 38,9% do Valor Bruto da Produção do estado. Santa Catarina destaca-se nacionalmente na produção de suínos e frangos, ocupando a primeira e a segunda colocações no ranking, respectivamente. O desenvolvimento da suinocultura e da avicultura no estado está associado ao processo de ocupação do território, marcado pela predominância da agricultura familiar. No entanto, nas últimas décadas percebeu-se um processo de verticalização da produção, com a redução no número de produtores e aumento das escalas. O presente artigo busca dimensionar a importância do segmento familiar nesse ramo no período de 2013 a 2017. Levando em consideração a média dos cinco anos, os agricultores familiares representaram 76,00% dos produtores de suínos e 79,06% dos produtores de frangos. A partir desse trabalho é possível concluir que, embora esteja em curso um processo de concentração da produção, evidenciado principalmente pela redução no número total de produtores das duas atividades, a agricultura familiar continua sendo um ator de grande relevância na produção de carnes em Santa Catarina. Leia mais

Ano de 2018

Autor(es):
Alexandre Luís Giehl; Epagri/Cepa
Jurandi Teodoro Gugel; Epagri/Cepa
Márcia Mondardo; Epagri/Cepa

Capacidades percebidas de gestão e a renda de agricultores do Sul do Brasil

Como compreender as diferenças de desempenho entre estabelecimentos agropecuários familiares do Sul do Brasil? No propósito de buscar resposta a essa questão, a estrutura teórica da Visão Baseada em Recursos (VBR) permite investigar quais recursos e capacidades contribuem para a geração de vantagem competitiva sustentável. Reputa que as empresas apresentam desempenhos diferenciados em decorrência da heterogeneidade dos recursos e capacidades de que dispõem. Por consequência disso, elas deveriam realizar uma avaliação interna acerca de seus recursos e capacidades, para melhor aproveitar as oportunidades.

Este artigo As capacidades percebidas de gestão e a renda de agricultores do Sul do Brasil analisa a associação existente entre as capacidades percebidas e a heterogeneidade da renda de agricultores familiares da Região Sul do Brasil, tendo como abordagem a Visão Baseada em Recursos (VBR).

Além disso, verifica as diferenças de renda de seus estabelecimentos agropecuários, tendo em conta os efeitos em anos agrícolas diferentes. Para tanto, o estudo orienta-se pelos princípios da pesquisa qualitativa e quantitativa, utilizando-se da aplicação de questionário aos agricultores e de dados obtidos a partir da contabilidade dessas unidades. Os resultados do teste de hipótese sugerem a aceitação de que as médias e as variâncias de renda são estatisticamente iguais, entre os anos agrícolas 2014/15 e 2015/16.

Por fim, os resultados indicaram também evidências de que a capacidade de “gestão da informação”; está associada com a renda. Artigo na integra

Ano: 2017

Autores:
Luis Augusto Araujo
Alessandra Rodrigues Machado de Araujo
Elizabete Catapan

Caracterização da produção e comercialização do maracujá: estudo na mesorregião do Sul Catarinense

O estado de Santa Catarina tem seu espaço rural ocupado, em grande parte, por pequenas propriedades de agricultores familiares. A produção agropecuária catarinense é bastante diversificada, o que contribui para um melhor dinamismo desse setor na economia local. A produção catarinense de maracujá tem reconhecimento nacional principalmente em relação à qualidade dos frutos, características socioeconômicas e tecnológicas dos cultivos. Entretanto, ainda há relativa insegurança quanto a sua consolidação como atividade alternativa e rentável para o agricultor familiar. Em parte, isso se deve a carência de informações e estudos a respeito das principais dinâmicas socioeconômicos dos atores envolvidos na cadeia produtiva. Assim, se torna necessário fomentar pesquisas e levantamentos socioeconômicos, para que se possa conhecer a situação atual e verificar tendências e alternativas estratégicas de produção e comercialização a serem adotadas pelos produtores e/ou cooperativas da cultura do maracujazeiro no meio rural. O trabalho se propõe a caracterização da produção e comercialização do maracujá-amarelo no Sul Catarinense. Artigo na integra

Ano: 2017

Autores:
Rogério Goulart Junior
Marcia Mondardo
Henrique Belmonte Petry

Percepções sobre o ambiente externo e interno de propriedades rurais do Alto Vale do Itajaí

A gestão é uma tecnologia social que permite aos mais de 168 mil estabelecimentos agropecuários familiares de Santa Catarina construir seu futuro. O objetivo deste artigo é analisar as percepções de gestores de unidades de produção familiar do município de Imbuia, na Região do Alto Vale do Itajaí (estado de Santa Catarina), a partir de um conjunto de variáveis do ambiente externo e do ambiente interno que influenciam nas práticas de gestão adotadas nas unidades produtivas.

O presente trabalho utiliza a análise SWOT como instrumento metodológico principal, partindo de um conjunto pré-definido de variáveis. O estudo orientou-se pelos princípios da pesquisa qualitativa e quantitativa, de cunho exploratório e descritivo. Os dados utilizados nas análises foram obtidos dos questionários aplicados em unidades de produção familiar do município de Imbuia/SC, bem como dosoftware de contabilidade eletrônica Contagri.

Os resultados apontam que os gestores percebem as variáveis do ambiente externo preponderantemente como oportunidades, percepção que representa 53,2% do grau de importância total atribuído às mesmas. De forma mais significativa que o ambiente externo, o ambiente interno é percebido essencialmente como fortaleza, percepção que representa 81,5% das respostas
ponderadas. Artigo na integra

Ano: 2017

Autores:
Luis Augusto Araujo
Alexandre Luís Giehl
Antônio Marcos Feliciano
Claudimir Rodrigues

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Observatório Agro Catarinense
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