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Análise de custos de produção referenciais de maçã, maracujá e banana em Santa Catarina

A agropecuária catarinense caracteriza-se pela sua diversificação produtiva, embora ainda apresente uma forte concentração econômica em poucas cadeias que detêm a maior parcela do valor total produzido. Em 2024, os 4 primeiros segmentos concentraram 60% do Valor da Produção Agropecuária (VPA) estadual. Nesse cenário, a fruticultura respondeu por 4,3% do montante, consolidando-se como uma contribuição estratégica para o desempenho global do agronegócio de Santa Catarina, que atingiu R$63,7 bilhões (Epagri, 2025). O objetivo deste trabalho foi de gerar indicadores técnicos e gerenciais de custos as culturas da maçã, no Planalto Sul; do maracujá, no Litoral Sul; e da banana, no Litoral Norte, para melhor estratégia estadual do setor. A metodologia empregada consistiu em painéis regionais com técnicos, pesquisadores, produtores e representantes do setor. Nesses encontros, definiu-se a “propriedade típica“, com tamanho, produtividade média e sistema de produção de maior frequência regional que serviram de base para a construção de coeficientes técnicos e de indicadores econômicos atualizados para as culturas utilizando o método de custeamento com base no Custo Operacional Efetivo (COE). Conforme as estruturas de custos operacionais, é necessário que os produtores otimizem seus ativos, reduzindo a depreciação unitária e o maior custo com serviços mecânicos a partir de tecnologias mais sustentáveis nas propriedades. Enquanto, a significativa participação da mão de obra nos custos da fruticultura reforça o papel desta atividade na promoção do desenvolvimento socioeconômico de pequenas e médias propriedades, gerando empregos e garantindo segurança alimentar. 

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Autores
João Rogério Alves – Eng-Agr. Ms.- Analista de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural –  joaoalves@epagri.sc.gov.br
Rogério Goulart Jr. – Econ. Dr.- Agente de pesquisa – Analista de Socioeconomia e Desenvolvimento Rural, Centro de
Socioeconomia e Planejamento Agrícola – Epagri/Cepa

Evolução dos indicadores econômicos de custos de produção da fruticultura em Santa Catarina: maçã, banana e maracujá

A fruticultura é uma atividade de grande relevância econômica e social para Santa Catarina, destacando-se pela expressiva participação na produção nacional de frutas como maçã, pêra, banana, pêssego, maracujá e uva. Com aproximadamente 13,5 mil produtores cultivando mais de 55 mil hectares, o setor gera cerca de R$1,5 bilhão em valor bruto da produção. Apesar de sua importância, ainda existe carência de informações sobre a estrutura de custos de produção, fator essencial para o planejamento, a adoção de tecnologias e a sustentabilidade econômica das propriedades rurais. O objetivo é a análise da evolução dos custos de produção da maçã, banana e maracujá em Santa Catarina entre 2020 e 2026, com base nos dados e metodologia de custos variáveis da Conab. O estudo utilizou o custo de produção variável da Conab para as safras entre 2020 e 2026. No trabalho foram calculadas as participações das despesas do custo variável e custo fixo e a taxa de crescimento entre os anos selecionados. Os resultados demonstram que os custos de produção das principais frutas catarinenses apresentaram aumentos significativos entre 2020 e 2026, especialmente nos componentes relacionados à mão de obra, insumos e despesas financeiras. O conhecimento detalhado da estrutura de custos é fundamental para auxiliar produtores e técnicos na tomada de decisões, no planejamento das atividades e na adoção de estratégias que garantam maior eficiência produtiva e rentabilidade. 

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Autor
Rogério Goulart Jr. – rogeriojunior@epagri.sc.gov.br

Análise de custo de produção referencial da maleicultura catarinense

O estado de Santa Catarina é o segundo maior produtor de maçã do Brasil, com 47,3% da produção e o maior em área com 48,7% do total nacional. Conforme estimativas da Epagri/Cepa, na safra 2024/25, Santa Catarina contou com cerca de 2.700 pomicultores gerando um valor bruto da produção (VBP) total de R$1,18 bilhão. A produção é de pequenas propriedades familiares, com produtores organizados em cooperativas ou com contrato com empresas que fornecem serviços de classificação e embalagem automatizados. O objetivo deste trabalho foi analisar os componentes de Custo de Produção Referencial para a maçã, em São Joaquim, a partir da metodologia do custo operacional efetivo – COE (Epagri/Cepa). Com dados e informações obtidos no Painel de especialistas, em São Joaquim, com a presença de produtores, representantes do setor, técnicos e pesquisadores. A metodologia contou com a definição da propriedade modal em área (3,5 ha) e produtividade (50 mil kg ha-1) para a principal região produtora estadual, a caracterização do sistema de produção predominante com maçãs Fuji e Gala e a atualização dos coeficientes técnicos, componentes de custos e insumos utilizados na cultura. Os resultados demonstram que a cultura da maçã catarinense apresenta importância econômica e boa rentabilidade, mesmo diante dos custos significativos de produção. 

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Autores
Rogério Goulart Jr. – rogeriojunior@epagri.sc.gov.br
João R. Alves;
Adelina C. de A. Berns;
Maêve S. C. Branco;
Marcelo C. de Liz

Análise da evolução da produção de maçã em Santa Catarina no período de 2014 a 2021

A maçã é uma das frutas mais cultivadas e consumidas globalmente, com diversos cultivares dominantes. Enquanto a China lidera a produção mundial, outros países, incluindo o Brasil, também têm participação significativa, sendo Santa Catarina um dos principais estados produtores brasileiros. Este trabalho busca analisar a evolução da produção entre as safras 2014/15, 2017/18 e 2020/21 e os fatores influenciadores na produtividade e nos preços das maçãs catarinenses. A pesquisa emprega uma abordagem descritiva e documental, utilizando dados de relatórios da Epagri/Cepa e do IBGE para analisar a safra de maçãs em Santa Catarina. Mesmo com eventos adversos, nas principais regiões produtoras catarinenses houve aumento na produção e ganho na produtividade com novas tecnologias de produção, apesar de menor valorização nos preços negociados das frutas comercializadas. A atividade não apenas contribui significativamente para a economia regional, mas também gera empregos e sustenta milhares de famílias. A análise reforça a necessidade de adaptabilidade e monitoramento contínuo às condições climáticas e de mercado para garantir a sustentabilidade da cadeia produtiva da maçã em Santa Catarina. 

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Autores
Rebeca Poluceno Souza¹
Alberto Fontanella Brighenti² 
Rogério Goulart Junior³

¹ Acadêmica do Curso de Graduação em Agronomia (CCA-UFSC) e-mail: rebecapsouza@hotmail.com;
² Engenheiro-agrônomo, Dr., Professor adjunto do Departamento de Fitotecnia (CCA-UFSC), e-mail: alberto.brighenti@ufsc.br;
³ Economista, Dr., Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), e-mail: rogeriojunior@epagri.sc.gov.br.

Análise do comportamento das exportações catarinenses de carne suína no período 2003 a 2023

O agronegócio brasileiro se consolidou como um dos pilares da economia brasileira, com destaque no cenário mundial, colocando o país como um dos maiores exportadores agrícolas do mundo. Dentro deste contexto, o estado de Santa Catarina desempenha um papel de importante contribuição, visto que 64,72% de suas exportações estão ligadas ao agronegócio, nas quais predomina a exportação de carne suína. Diante da relevância das exportações desta atividade para a economia catarinense e nacional, este estudo busca analisar o comportamento destas exportações ao longo dos últimos 20 anos. Para tanto, a abordagem do artigo parte da teoria clássica das vantagens comparativas de David Ricardo e na teoria de dotações de fatores de Heckscher-Ohlin e utiliza a decomposição da série histórica em tendência, sazonalidade e quebras estruturais como estratégia empírica. O estudo identificou uma quebra estrutural em 2016, que marcou uma mudança relevante na tendência das exportações. Deste ponto em diante, observou-se um acelerado crescimento, contrastando com o período anterior, caracterizado por maior estabilidade. Onde embora apresentasse tendência mais estável, era afetada por flutuações causadas por maior demanda de alguns países e reduções ligadas a questões sanitárias e econômicas. A análise de sazonalidade mostrou um comportamento de crescimento até agosto, quando atinge o ápice, seguido de uma redução gradual, refletindo a demanda dos principais países importadores. Fatores econômicos, variações sazonais de demanda ao longo do ano e condições sanitárias são identificados como as principais influências sobre o volume de exportações. Além disso, o estudo evidenciou a forte dependência do setor em relação a determinados mercados, o que pode representar tanto uma vantagem como um risco, dependendo das condições de mercado.  

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Autores
Yasmin Metzler – EPAGRI/CEPA –  metzleryasmin@gmail.com
Alexandre Luís Giehl – EPAGRI/CEPA – alexandregiehl@epagri.sc.gov.br

Compras públicas de alimentos da agricultura familiar de Santa Catarina: O potencial das compras estaduais

As compras públicas de alimentos se consolidaram nas últimas duas décadas como instrumento de construção de mercados para a agricultura familiar. O propósito de tais políticas é fortalecer a agricultura familiar, aumentando a renda dos agricultores e facilitando sua entrada no mercado formal. Além disso, se propõem a impulsionar sistemas alimentares sustentáveis ao valorizar produtos sustentáveis e incentivar práticas como a produção orgânica. No âmbito federal, o Programa Nacional de Alimentação escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) se estabeleceram como referência de compras públicas, e, em torno dos programas se construiu uma literatura robusta. No entanto, pouco se discute sobre o potencial das compras públicas estaduais utilizando o instrumento jurídico de dispensa de licitação para aquisição direta da agricultura familiar. O estado de Santa Catarina, em particular, tem grande potencial de aproveitamento dos mercados criados pelas compras públicas visto que é um estado cujo rural é majoritariamente constituído por estabelecimentos da agricultura familiar. No entanto, apesar de dispor de compras públicas federais e de ter experienciado compras com recursos próprios, como foi o caso das compras efetuadas durante a pandemia, há espaço no estado para ampliar aquisições diretas da agricultura familiar. Este estudo detalha os investimentos federais no estado de Santa Catarina em aquisições de alimentos diretamente da agricultura familiar, bem como identifica os gastos que possuem potencial para serem direcionados a esse mesmo segmento oriundos do próprio estado.  

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Autores
Lilian de Pellegrini Elias; Epagri/CEPA; lilianelias@epagri.sc.gov.br
Júlia de Oliveira Silva; CSE/UFSC; J.Oliveira.Silv@hotmail.com

Análise da produção, comercialização e sazonalidade de volume e preço de hortifrútis no brasil: a participação de Santa Catarina em frutas e frutos

Este estudo investiga a comercialização e sazonalidade de hortifrútis no Brasil, com foco especial na participação de Santa Catarina no mercado de frutas e frutos nas Centrais de Abastecimento (CEASAs). Utilizando dados do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) e do Censo Agropecuário de 2017, a pesquisa examina as variações sazonais e regionais na comercialização desses produtos, bem como as flutuações de preços ao longo do ano. O objetivo é compreender os fatores que impactam a dinâmica de preços e a logística de abastecimento, visando garantir uma oferta estável e eficiente de alimentos frescos para a população. Santa Catarina destaca-se como um dos principais produtores de frutas e frutos no Brasil, com ênfase na maçã, banana, abóbora e tomate. O estado contribui significativamente para a produção nacional, com destaque para municípios como São Joaquim e Fraiburgo na produção de maçãs, e Corupá e Luiz Alves na produção de bananas.  

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Autores
Júlia de Oliveira Silva; CSE/UFSC; J.Oliveira.Silv@hotmail.com
Lilian de Pellegrini Elias; CEPA-EPAGRI; lilianelias@epagri.sc.gov.br
Rogério Goulart Jr.; CEPA-EPAGRI; rogeriojunior@epagri.sc.gov.br

Análise sobre o comportamento da carne de frango comercializada por Santa Catarina com o exterior

O mercado agropecuário é um pilar fundamental da economia brasileira, com destaque para a produção e exportação de carne de frango, setor no qual Santa Catarina se destaca. Considerando a significativa relevância do setor para a economia de Santa Catarina, consolidando-se como o principal produto de exportação em relação a valores do estado há mais de uma década (Cepa/Epagri, 2024), torna-se fundamental compreender os fatores que influenciam as exportações e analisar as características de seu comportamento ao longo do tempo. Este artigo analisa o comportamento das exportações catarinenses de carne de frango entre 2003 e 2023, com foco na identificação de tendências, sazonalidades e quebras estruturais, sendo a carne de frango o produto de maior valor exportado pelo estado e um dos produtos mais relevantes dentro da balança comercial brasileira voltada ao agronegócio. Os resultados mostram que fatores econômicos, condições sanitárias e o comportamento dos demandantes do produto ao longo do ano influenciam diretamente o volume exportado, contribuindo para a compreensão das dinâmicas do setor e o desenvolvimento de estratégias que reforcem a competitividade catarinense no mercado internacional. 

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Autores
Yasmin Metzler, Epagri/Cepa, metzleryasmin@gmail.com
 Alexandre Luís Giehl, Epagri/Cepa, alexandregiehl@epagri.sc.gov.br   

Políticas públicas estaduais para a agricultura familiar em Santa Catarina: uma análise do Programa Terra Boa

A descentralização das políticas agrícolas que ocorreu entre as décadas de 1980 e 1990 colocam em destaque Santa Catarina, cuja estratégia na dinâmica agropecuária nacional tem como um de seus pilares o apoio das políticas públicas voltadas a esse setor. Trata-se de um suporte que auxilia no aumento da produtividade, na inovação tecnológica e organizacional e na inserção do estado catarinense nos mercados externos. Este estudo visa examinar os resultados recentes do Programa Terra Boa, uma das
políticas estaduais de maior importância no apoio à agricultura familiar catarinense. Análises mais aprofundadas foram feitas em relação aos projetos Calcário, Sementes de Milho e Kit Forrageira, os mais solicitados no período analisado. Entre 2020 e 2024,
mais de 100 mil produtores familiares tiveram algum tipo de auxílio advindo dessa política, um número expressivo tendo em conta que, de acordo com o Censo Agropecuário de 2017, Santa Catarina conta com 183 mil estabelecimentos agropecuários. No período abordado, 2020 a 2024, os valores de subvenção dos três projetos analisados somaram R$198 milhões, R$158 milhões e R$40 milhões. Foram verificadas diferenças regionais quanto ao acesso a cada projeto, com destaque para o Oeste e Alto Vale do Itajaí no tocante à aquisição de sementes de milho; Planalto norte, Planalto sul e Alto Vale do Itajaí na obtenção de calcário; e no Planalto Sul em relação ao kit forrageira.

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Autores
Lilian de Pellegrini Elias – EPAGRI/CEPA – lilianelias@epagri.sc.gov.br
Germano Benjamim Schmidt – EPAGRI/CEPA – germanoschmidt@epagri.sc.gov.br
Luiz Carlos Mior – EPAGRI/CEPA – lcmior@gmail.com
Alexandre Luís Giehl – EPAGRI/CEPA – alexandregiehl@epagri.sc.gov.br  

Análise da produção e comercialização dos subgrupos de hortaliças folhosas e radiculares: participação no mercado atacadista brasileiro

Este trabalho pretende analisar a produção e a comercialização de hortaliças folhosas e radiculares, para identificar a dinâmica de mercados e oportunidades de estruturação de políticas de segurança alimentar e nutricional (SAN) a partir de subgrupos de produtos que compõem os grupos dos hortifrútis. O objetivo é identificar os principais estados produtores com a maior inserção no mercado atacadista brasileiro de hortaliças folhosas e radiculares determinando volumes comercializados, valores negociados e quais os fatores que impactam a dinâmica de preços e a comercialização desses alimentos valorizando a melhoria dos padrões nutricionais da população a um preço acessível. Compreender essas variáveis é crucial para melhorar a logística e o abastecimento, garantindo a oferta de produtos dos subgrupos ao longo do ano, conforme a sazonalidade na produção. Neste trabalho os subgrupos de hortaliças folhosas (FOL) e radiculares (RBT), são destaques no cenário nacional dentre a comercialização de hortifrútis. De acordo com o Censo Agropecuário de 2017, o subgrupo das hortaliças folhosas (FOL) produziu um total de 1,92 milhão de toneladas, desse total os três principais estados produtores são responsáveis por 57,8%. Em
valores o subgrupo gerou R$ 3,03 milhões, em 2017, com 12,9% sendo de alface e repolho. O subgrupo das hortaliças radiculares (RBT) produziu um total de 10,48 milhão de toneladas, desse total os quatro principais estados respondem por 49,9% da produção nacional. Em valores o subgrupo gerou R$ 10,0 milhões, sendo 44,5% de cenoura, cebola e batata-inglesa. Assim, com o entendimento da dinâmica de preços e comercialização dos subgrupos FOL e RBT, pode-se incentivar uma comercialização que garanta uma oferta mais estável e eficiente, promovendo políticas públicas e de coordenação dos mercados para a alimentação mais saudável e sustentável para a população.

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Autores
Rogério Goulart Jr. – CEPA –  EPAGRI – rogeriojunior@epagri.sc.gov.br
Júlia de Oliveira Silva – CSE/UFSC –  j.oliveira.silv@hotmail.com  

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Observatório Agro Catarinense
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