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Perdas provocadas por tempestades em algumas regiões do estado de Santa Catarina: 14 e 15 de agosto de 2020

Nos dias 14 e 15 de agosto de 2020 ocorreu, novamente, um evento climático extremo, com formação de tornado, em Santa Catarina. As fortes rajadas de ventos e tempestades atingiram praticamente todo o Estado. Esta forte instabilidade foi causada por um cavado (área alongada de baixa pressão), associado à ocorrência de jatos de baixos níveis direcionados para as regiões norte e oeste catarinenses, que contribuíram com a formação de umidade e temporais com associação de tornados, granizo e vendaval. Em razão desta ocorrência a diretoria da Epagri decidiu pela realização de um levantamento das perdas ocorridas nos estabelecimentos agropecuários dos 22 municípios atingidos, que efetivamente registraram perdas econômicas e financeiras. O presente documento é o resultado deste trabalho, demonstrando as ocorrências nos 22 municípios, concentrados no Planalto Sul, Planalto Norte, Meio-Oeste e Litoral Norte Catarinense, abrangendo 1.119 estabelecimentos agropecuários, com perdas estimadas em R$50.249.133,40.  publicação na integra

Efeitos socioeconômicos causados pelo ciclone extratropical no estado de Santa Catarina em 2020

Nos dias 30 de junho e 1º de julho de 2020, um ciclone extratropical, denominado “ciclone bomba”, atingiu o sul do país. As fortes rajadas de ventos e tempestades atingiram praticamente todo o estado de Santa Catarina, causando danos à maioria dos municípios catarinenses. Dado que o meio rural foi fortemente afetado pelo fenômeno, a diretoria da Epagri decidiu pela realização de um levantamento das perdas ocorridas nos estabelecimentos agropecuários dos municípios atingidos, que foi coordenado pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa), com a participação de todas as Gerências Regionais e Escritórios Municipais dos municípios atingidos. O presente relatório é o principal resultado deste trabalho, que mostra que
foram atingidos 257 municípios, 87% dos 295 municípios catarinenses; 46.755 estabelecimentos agropecuários, 26% dos 183.066 estabelecimentos agropecuários do Estado, com perdas estimadas em mais de R$ 587 milhões. O objetivo deste levantamento é contribuir para e com as ações públicas de apoio aos municípios, agricultores, pescadores e maricultores atingidos pelo fenômeno. No âmbito do Governo do Estado, de maneira especial para e com as decisões da Secretaria de Estado da Agricultura da Pesca e do Desenvolvimento Rural e da Defesa Civil. publicação na integra

Efeitos socioeconômicos da estiagem e da pandemia do novo coronavírus sobre a produção agropecuária de Santa Catarina – 2020

A produção agropecuária catarinense vem sendo afetada nos últimos meses por uma condição de anormalidade hídrica, caracterizada por chuvas irregulares e mal distribuídas no território, de acordo com a Epagri/Ciram, afetando distintamente culturas agrícolas e a produção pecuária. Diante desta situação, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri, elaborou o presente relatório, que apresenta a situação socioeconômica das cadeias e setores agropecuários catarinenses, com base em levantamento realizado nos municípios do estado e no Sistema de Acompanhamento de Safras. O relatório tem como objetivos principais: apresentar os efeitos negativos e o grau de severidade do período de estiagem nas diversas cadeias e setores agropecuários de Santa Catarina; apresentar os efeitos e o grau de severidade provocados pelo período de vigência do isolamento social nas diversas cadeias e atividades agropecuárias de Santa Catarina. Visa, também, secundariamente, relatar os efeitos das medidas de mitigação do avanço da pandemia em Santa Catarina, sobre as cadeias produtivas e agropecuária, agroindústrias familiares, entre outro publicação na integra

Os empreendimentos de agregação de valor e as redes de cooperação da agricultura familiar de Santa Catarina – 2016

Em Santa Catarina não é recente o fato de muitos agricultores familiares buscarem alternativas econômicas através da agroindustrialização rural de pequena escala, do turismo rural e do artesanato, bem como construírem formas de organização que contribuam para a viabilização dessas iniciativas. É fato que, nos últimos anos, assistimos ao crescimento da importância socioeconômica e política dessas iniciativas para a agricultura familiar e para o desenvolvimento rural estadual. Assim, a Secretaria da Agricultura e da Pesca − SAR e a Epagri realizaram um levantamento que, coordenado pela Epagri/Cepa e envolvendo técnicos das estruturas estadual, regional e local do Programa de Gestão Negócios e Mercados da Epagri, contemplou três diferentes “tipos de empreendimentos” dos agricultores familiares catarinenses: a)agroindústrias; b) empreendimentos de turismo rural e artesanato; e c) redes de cooperação, na forma de condomínios, associações e cooperativas. Este texto contempla uma análise de cada um desses “tipos de empreendimentos” e deixa claras indicações de que existem muitos desafios para ampliar as possibilidades de sustentabilidade dessas atividades. A Epagri tem se colocado como protagonista no enfrentamento desses desafios e agradece a todos que contribuíram para a elaboração deste documento, na expectativa de que ele contribua para as reflexões sobre a promoção do desenvolvimento rural catarinense e para as ações de apoio a esses empreendimentos.  publicação na integra

Agronegócios familiares do Sul do Brasil Percepções do agricultor sobre o seu ambiente – 2017

Esta publicação apresenta, de forma objetiva e esclarecedora, informações referentes às percepções de agricultores que fazem a gestão de seus agronegócios familiares sobre um conjunto de variáveis de seus ambientes externo e interno, que influenciam a criação de estratégias e as suas práticas de gestão. Para esse fim, o estudo levou em conta 237 agronegócios familiares localizados nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, em que seus agricultores responderam ao questionário concebido para a pesquisa. A apresentação das percepções de agricultores sobre as variáveis externas se encontra agrupada em cinco dimensões: mudanças na sociedade; mudanças governamentais; mudanças econômicas; mudanças tecnológicas; e mudanças nos mercados. Além disso, permite ao leitor conhecer e se informar sobre as percepções dos agricultores nas variáveis internas que estão agrupadas em seis dimensões: marketing e comercialização; gestão da informação; gestão de pessoas; finanças e custos; gestão ambiental; e gestão da produção. publicação na integra

Os empreendimentos de agregação de valor e as redes de cooperação da agricultura familiar de Santa Catarina – 2012

O processo de transformação estrutural do espaço rural de Santa Catarina é um fato evidente. Entre seus pontos mais visíveis estão a concentração da produção e a redução do número de produtores de várias cadeias produtivas, a redução da população rural, a redução do número de “jovens rurais”, a dificuldade de sucessão nas propriedades rurais da agricultura familiar, a mudança na forma de ocupação das terras agrícolas (redução da área de lavouras temporárias e pastagens), a redução da produção para consumo próprio, a diminuição da diversidade produtiva das propriedades rurais (aumento da especialização), o maior controle do processo produtivo pelos segmentos fornecedores de insumos e compradores da produção, a intensificação das relações de mercado, a ampliação da importância de atividades não agrícolas na ocupação e renda de muitas famílias, entre outros pontos (Silvestro et al., 2001; Altmann et al., 2008; Marcondes, 2010; Mattei, 2010). Nesse processo de mudança, ampliou-se o desafio para encontrar atividades econômicas que permitam a reprodução social de um importante contingente de agricultores familiares. Ainda que a maior parte das instituições e pessoas envolvidas com esse desafio concentre seus maiores esforços em atividades mais tradicionais, geralmente relacionadas às produções agrícola, pecuária e, em menor grau, florestal, nem sempre isso tem sido possível, pois a escolha mais adequada depende do ponto de vista das famílias dos agricultores, que encontram diferenciadas alternativas de ocupação e renda. publicação na integra

Produção orgânica na agricultura familiar de Santa Catarina – 2012

O presente estudo está organizado em duas partes. Na primeira parte apresentam-se os objetivos e a metodologia utilizada para a realização da pesquisa, seguidos por uma breve abordagem de conceitos e temas atuais de interesse da Agricultura Orgânica em Santa Catarina, como é o caso da certificação e da regulamentação da comercialização que está em curso no País. Outro tópico introduz algumas oportunidades na Agricultura Orgânica de Santa Catarina com base nas tendências dos mercados nacional e internacional e nas potencialidades da agricultura estadual.
Finalizando a primeira parte, os principais resultados obtidos na pesquisa aqui apresentada são destacados de forma a dar um panorama do estado da arte da Agricultura Orgânica estadual. Esse panorama traz os principais elementos abordados no levantamento aqui apresentado. Na segunda parte apresenta-se um conjunto de tabelas que trazem os resultados obtidos na pesquisa em campo. Alguns resultados estão apresentados para o conjunto do Estado, outros estão regionalizados. As entrevistas foram realizadas durante o primeiro semestre de 2010 e os dados
referem-se à produção da safra 2009/2010. publicação na integra

Indicadores técnicos e econômicos para a gestão de propriedades rurais produtoras de fumo em Santa Catarina – 2009

Este documento apresenta os indicadores de desempenho técnicoeconômico dos sistemas de produção de “fumo em estufa” e “fumo em galpão”, obtidos a partir do monitoramento com contabilidade técnica e gerencial de 70 propriedades localizadas na região de Braço do Norte, Imbuia, Canoinhas e São Miguel do Oeste, referentes ao ano agrícola 2007/2008. O processamento dos dados técnicos e econômicos foi realizado através do software Contagri, que é um sistema informatizado de contabilidade agrícola e análise comparativa desenvolvido pela Epagri. O trabalho faz parte de uma parceria estabelecida entre a Fetaesc, Souza Cruz e Epagri. Visa, primordialmente, oferecer indicadores que servirão para orientar o processo de gestão das propriedades monitoradas e de outras propriedades que apresentem condições de produção semelhantes a estas. publicação na integra

Desempenho da agropecuária e do agronegócio de Santa Catarina – 2024

Este Boletim Técnico apresenta uma série de indicadores calculados para as últimas safras, revelando o desempenho do agro catarinense e destacando sua relevância econômica e social. Além dos dados produtivos e mercadológicos, a publicação analisa o papel estratégico da agropecuária para o desenvolvimento socioeconômico do Estado, especialmente na geração de renda para as famílias rurais e na contribuição para a economia estadual e nacional.

publicação na integra

Desempenho da agropecuária e do agronegócio de Santa Catarina – 2023

Este Boletim Técnico contém uma série de indicadores calculados para as últimas safras. São informações que refletem os resultados mais relevantes alcançados pelos cultivos e criações de Santa Catarina, em termos produtivos e mercadológicos. O trabalho apresenta uma análise do desempenho da agropecuária e do agronegócio catarinense nos últimos anos e mostra a importância desse setor para a economia e o desenvolvimento socioeconômico estadual, especialmente na geração de renda para as famílias do meio rural e de divisas para o Estado e o País. publicação na integra

 

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Observatório Agro Catarinense
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