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Painéis
- Programas Federais
- Panorama da fruticultura catarinense: levantamento de dados para a safra 2014-15
- Estratégias de valorização dos produtos da agricultura tradicional em Biguaçu, SC: Perspectivas de mercado e conservação ambiental
- Percepções sobre o ambiente externo e interno de propriedades rurais do Alto Vale do Itajaí
- Caracterização da produção e comercialização do maracujá: estudo na mesorregião do Sul Catarinense
- Capacidades percebidas de gestão e a renda de agricultores do Sul do Brasil
- Participação da agricultura familiar nas principais cadeias produtivas de carnes em Santa Catarina
- Mudanças no padrão de consumo alimentar na perspectiva de agricultores familiares do Sul do Brasil
- Capacidade de usar a informação e renda de agricultores do sul do Brasil: uma visão baseada em recursos (VBR)
- Ambiente externo e interno de estabelecimentos agropecuários na perspectiva de agricultores familiares do Rio Grande do Sul
- Caracterização e dinâmica do abate de bovinos em Santa Catarina
- Produção de bovinos em Santa Catarina: Uma análise da regionalização dos abates (2013-2018)
- Evolução do abate de suínos em Santa Catarina (2013/2018): Entre a consolidação e a concentração agroindustrial
- Participação da agricultura familiar na produção de suínos e frangos em Santa Catarina
- Participação da agricultura familiar na produção de perus, patos e marrecos em Santa Catarina
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O Estado de Santa Catarina é um importante produtor de frutas, especialmente maçã, banana, uvas, pêssego, maracujá, laranjas e frutas de caroço. Estima-se que cerca de 14 mil produtores cultivem mais de 55,0 mil hectares de frutas (de lavouras permanentes). Na fruticultura catarinense, a tomada de decisão para elaboração de projetos, o acompanhamento de safras e de mercados agrícolas e ações de agentes de mercado e de políticas públicas carece de dados e informações sistemáticos. Com isso, há a necessidade da organização e execução de levantamentos referentes às principais frutas de cultura de clima temperado e subtropical para estudos e análises sobre as diferentes cadeias envolvidas, como para ações de planejamento e fomento da fruticultura estadual. O artigo tem como objetivo traçar um panorama da fruticultura no estado de Santa Catarina com comparativo entre as safras 2012-13 e 2014-15, a partir de dados e informações atualizados sobre a produção e a evolução do setor, destacando principais frutas e as mesorregiões com referência à produção e o valor bruto da produção mais expressivo de cada cultura, entre outras variáveis pesquisadas. Como resultado são destacadas tendências das cadeias no recorte das mesorregiões geográficas com base nos levantamentos sistematizados nas pesquisas agrícolas municipais do IBGE e no levantamento da fruticultura comercial catarinense do Epagri-Cepa da Epagri. Artigo na integra
Ano: 2016
Autores:
Rogério Goulart Junior; Epagri/Cepa
Janice Maria Waintuch Reiter; Epagri/Cepa
Márcia Mondardo; Epagri/Cepa
teste
0A agricultura brasileira se desenvolve entre extremos: de um lado, sistemas retratados como de alta produtividade e eficiência e, do outro, sistemas tradicionais ditos de subsistência, muitas vezes estigmatizados como ineficientes e ambientalmente degradantes. Neste artigo apresentamos uma discussão acerca da revalorização do sistema tradicional de produção denominado roça de toco, no município de Biguaçu, SC. Apresentamos também as estratégias para acessar a mercados diferenciados que foram implementadas com base em inovação e organização coletiva dos agricultores. Essa transformação partiu do conhecimento das verdadeiras preocupações e anseios dos agricultores praticantes do sistema os quais, aliados ao processo participativo de planejamento, resultaram em inovações organizacionais, de gestão e de produto. Por meio de cooperação interinstitucional, houve uma reinterpretação e valorização da roça de toco, que se expressou pela regularização ambiental do sistema e pela criação de uma marca coletiva denominada “Valor da Roça”. O uso da marca tem auxiliado na diminuição da assimetria informacional e no aumento da renda dos agricultores. Em síntese, converteu-se um sistema contestado e desvalorizado socialmente em um sistema de produção ambientalmente responsável e reconhecido por seu diferencial em mercados de maior valor agregado. Artigo na integra
Ano: 2017
Autores:
Reney Dorow; Epagri/Cepa
Cíntia Uller Gómez
Elaine Bauer
teste
1A gestão é uma tecnologia social que permite aos mais de 168 mil estabelecimentos agropecuários familiares de Santa Catarina construir seu futuro. O objetivo deste artigo é analisar as percepções de gestores de unidades de produção familiar do município de Imbuia, na Região do Alto Vale do Itajaí (estado de Santa Catarina), a partir de um conjunto de variáveis do ambiente externo e do ambiente interno que influenciam nas práticas de gestão adotadas nas unidades produtivas.
O presente trabalho utiliza a análise SWOT como instrumento metodológico principal, partindo de um conjunto pré-definido de variáveis. O estudo orientou-se pelos princípios da pesquisa qualitativa e quantitativa, de cunho exploratório e descritivo. Os dados utilizados nas análises foram obtidos dos questionários aplicados em unidades de produção familiar do município de Imbuia/SC, bem como dosoftware de contabilidade eletrônica Contagri.
Os resultados apontam que os gestores percebem as variáveis do ambiente externo preponderantemente como oportunidades, percepção que representa 53,2% do grau de importância total atribuído às mesmas. De forma mais significativa que o ambiente externo, o ambiente interno é percebido essencialmente como fortaleza, percepção que representa 81,5% das respostas
ponderadas. Artigo na integra
Ano: 2017
Autores:
Luis Augusto Araujo
Alexandre Luís Giehl
Antônio Marcos Feliciano
Claudimir Rodrigues
teste
2O estado de Santa Catarina tem seu espaço rural ocupado, em grande parte, por pequenas propriedades de agricultores familiares. A produção agropecuária catarinense é bastante diversificada, o que contribui para um melhor dinamismo desse setor na economia local. A produção catarinense de maracujá tem reconhecimento nacional principalmente em relação à qualidade dos frutos, características socioeconômicas e tecnológicas dos cultivos. Entretanto, ainda há relativa insegurança quanto a sua consolidação como atividade alternativa e rentável para o agricultor familiar. Em parte, isso se deve a carência de informações e estudos a respeito das principais dinâmicas socioeconômicos dos atores envolvidos na cadeia produtiva. Assim, se torna necessário fomentar pesquisas e levantamentos socioeconômicos, para que se possa conhecer a situação atual e verificar tendências e alternativas estratégicas de produção e comercialização a serem adotadas pelos produtores e/ou cooperativas da cultura do maracujazeiro no meio rural. O trabalho se propõe a caracterização da produção e comercialização do maracujá-amarelo no Sul Catarinense. Artigo na integra
Ano: 2017
Autores:
Rogério Goulart Junior
Marcia Mondardo
Henrique Belmonte Petry
teste
3Como compreender as diferenças de desempenho entre estabelecimentos agropecuários familiares do Sul do Brasil? No propósito de buscar resposta a essa questão, a estrutura teórica da Visão Baseada em Recursos (VBR) permite investigar quais recursos e capacidades contribuem para a geração de vantagem competitiva sustentável. Reputa que as empresas apresentam desempenhos diferenciados em decorrência da heterogeneidade dos recursos e capacidades de que dispõem. Por consequência disso, elas deveriam realizar uma avaliação interna acerca de seus recursos e capacidades, para melhor aproveitar as oportunidades.
Este artigo As capacidades percebidas de gestão e a renda de agricultores do Sul do Brasil analisa a associação existente entre as capacidades percebidas e a heterogeneidade da renda de agricultores familiares da Região Sul do Brasil, tendo como abordagem a Visão Baseada em Recursos (VBR).
Além disso, verifica as diferenças de renda de seus estabelecimentos agropecuários, tendo em conta os efeitos em anos agrícolas diferentes. Para tanto, o estudo orienta-se pelos princípios da pesquisa qualitativa e quantitativa, utilizando-se da aplicação de questionário aos agricultores e de dados obtidos a partir da contabilidade dessas unidades. Os resultados do teste de hipótese sugerem a aceitação de que as médias e as variâncias de renda são estatisticamente iguais, entre os anos agrícolas 2014/15 e 2015/16.
Por fim, os resultados indicaram também evidências de que a capacidade de “gestão da informação”; está associada com a renda. Artigo na integra
Ano: 2017
Autores:
Luis Augusto Araujo
Alessandra Rodrigues Machado de Araujo
Elizabete Catapan
teste
4A produção de suínos e frangos são as duas principais atividades agropecuárias catarinenses, responsáveis por 38,9% do Valor Bruto da Produção do estado. Santa Catarina destaca-se nacionalmente na produção de suínos e frangos, ocupando a primeira e a segunda colocações no ranking, respectivamente. O desenvolvimento da suinocultura e da avicultura no estado está associado ao processo de ocupação do território, marcado pela predominância da agricultura familiar. No entanto, nas últimas décadas percebeu-se um processo de verticalização da produção, com a redução no número de produtores e aumento das escalas. O presente artigo busca dimensionar a importância do segmento familiar nesse ramo no período de 2013 a 2017. Levando em consideração a média dos cinco anos, os agricultores familiares representaram 76,00% dos produtores de suínos e 79,06% dos produtores de frangos. A partir desse trabalho é possível concluir que, embora esteja em curso um processo de concentração da produção, evidenciado principalmente pela redução no número total de produtores das duas atividades, a agricultura familiar continua sendo um ator de grande relevância na produção de carnes em Santa Catarina. Leia mais
Ano de 2018
Autor(es):
Alexandre Luís Giehl; Epagri/Cepa
Jurandi Teodoro Gugel; Epagri/Cepa
Márcia Mondardo; Epagri/Cepa
teste
5As mudanças nos padrões alimentares das pessoas estão ocorrendo em todo o mundo, impactando significativamente a agricultura, os mercados e comércio de alimentos globais, e, com consequências para o bem-estar e a saúde humana.
Este artigo objetiva apresentar uma perspectiva de agricultores familiares do Sul do Brasil sobre as mudanças em andamento no padrão de consumo alimentar da sociedade.
Fez-se a opção pela abordagem de pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva. Os dados foram obtidos utilizando-se da técnica de grupo focal e de questionário estruturado. As mudanças nos padrões de consumo são fortemente percebidas como oportunidade pelos agricultores. Em decorrência da aplicação de grupo focal, se permitiu aproveitar da tendência humana de formar opiniões, quando da interação entre os agricultores durante as sessões realizadas. Além disso, pelo fato das discussões terem sido conduzidas com diferentes grupos, se identificou também as narrativas mais presentes e as tendências na percepção sobre os assuntos abordados nas reuniões.
A partir da narrativa dos agricultores emergiram cinco categorias intermediárias de análise sobre as mudanças nos padrões de consumo: (1) mercado; (2) qualidade; (3) alimentos orgânicos; (4) tecnologia; e, (5) tabaco.
Sinteticamente, entre as principais evidencias reveladas, constam: a preocupação com a necessidade de acompanhar o mercado e de produzir para atender a sua demanda; a necessidade de entregar qualidade para atender as expectativas do mercado, como um meio para ter renda e sobreviver; a produção de alimentos orgânicos, entre as tendências e projeções do consumo de alimentos; a valorização e a percepção sobre as mudanças tecnológicas em andamento como uma oportunidade, evidenciando a necessidade da modernização tecnológica; e, a justificativa da opção pelo cultivo de tabaco, em decorrência de trabalharem num contexto de pequenas propriedades rurais.
O entendimento de como os agricultores percebem as mudanças no consumo alimentar é relevante para se estabelecer estratégias e se definir as ações a serem implementadas, especialmente, no âmbito dos estabelecimentos agropecuários e nas cadeias de produção em que operam. Artigo na integra
Ano: 2018
Autores:
Luis Augusto Araújo; Epagri/Cepa
Antônio Marcos Feliciano; Epagri/Cepa
Marcelo Alexandre de Sá; Epagri/Cepa
Léo Teobaldo Kroth; Epagri/Cepa
teste
6A prosperidade dos estabelecimentos agropecuários depende de como os agricultores usam a informação para as decisões estratégicas. O estudo investiga a associação entre as capacidades percebidas em usar a informação e a heterogeneidade de renda de agricultores da Região Sul do Brasil, tendo como referência a Visão Baseada em Recursos (VBR). A abordagem de pesquisa é qualitativa e quantitativa e os dados obtidos da aplicação de questionário e da técnica de grupo focal. Os resultados evidenciaram que as capacidades percebidas no uso de fluxo de caixa, de computador, de internet e na disponibilidade de meios de comunicação estão associadas positivamente com a renda. A pesquisa em sua face qualitativa demonstrou a importância manifestada pelos agricultores em relação a aspectos mais pessoais e que vão além desses relacionados às tecnologias de informação e comunicação. Em termos de tendências para o futuro, presume-se que os agricultores serão continuamente desafiados a ampliarem a capacidade de processar as infomações e de produção de conhecimento novo. Artigo na integra
Ano: 2018
Autor (es):
Luis Augusto Araujo; Epagri/Cepa
Antônio Marcos Feliciano; Epagri/Cepa
Marcelo Alexandre de Sá; Epagri/Cepa
Márcia Mondardo; Epagri/Cepa
teste
7Os agricultores buscam construir o seu futuro a partir da prática de gestão e de suas decisões. O objetivo deste artigo é apresentar e discutir a percepção de agricultores familiares sobre um conjunto de variáveis do ambiente externo e interno de estabelecimentos agropecuários do Rio Grande do Sul. Fez-se a opção pela abordagem de pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva, com amostra selecionada intencionalmente. Os dados foram obtidos da aplicação de questionário, concebido para obter a avaliação dos agricultores sobre as variáveis do ambiente, previamente definidas. Os resultados demonstraram o predomínio da percepção de ameaças, em relação às variáveis associadas ao ambiente externo. Entre as variáveis percebidas como maior ameaça estão os preços dos insumos, as alterações na legislação tributária, a entrada de novas unidades de produção e as alterações na legislação trabalhista. Por outro lado, em relação as variáveis do ambiente interno prevaleceram a percepção de fortaleza, e entre as mais intensamente percebidas como fraqueza estão a participação em atividades de educação ambiental, as condições climáticas na propriedade, o uso do computador para a gestão, o uso da internet para a gestão e a situação das vias de acesso. Presume-se que as ameaças e fraquezas associadas as fortalezas e oportunidades, influenciam a criação de estratégias e as práticas de gestão. Entende-se que a abordagem da Visão Baseada em Recursos (VBR) e do viés cognitivo na tomada de decisão, representam possibilidades de aprofundamento de estudos a partir da percepção dos agricultores. De forma mais abrangente, deduz-se que pensar novas estratégias e produzir inovações, a partir de seus recursos internos e das transformações do ambiente externo em que operam, são desafios dos agricultores na busca pela prosperidade dos estabelecimentos agropecuários. Artigo na integra
Ano: 2018
Autor (es):
Luis Augusto Araujo; Epagri/Cepa
Claudimir Rodrigues; Souza Cruz
Elizabete Catapan; EGC/UFSC
Reney Dorow; Epagri/Cepa
teste
8A produção de carne bovina é uma das principais atividades agropecuárias de Santa Catarina, sendo responsável por 4,6% do VBP agropecuário do estado e abrangendo mais de 33 mil produtores. Embora o rebanho e o número de animais abatidos venham crescendo nos últimos anos, o estado produz apenas metade da carne bovina que consome. Não obstante sua relevância, há carência de informações sobre a cadeia da bovinocultura, em especial em relação ao abate. Em razão disso, o presente artigo busca caracterizar esse setor e compreender a dinâmica de funcionamento do mesmo. Verificou-se que, apesar do crescimento da produção, o número de frigoríficos caiu 18,7% entre 2013 e 2018. A maior queda foi observada entre os estabelecimentos com SIM, cujo número foi reduzido em 26,8%, enquanto aqueles que possuem SIE registraram retração de 14,4% e os que contam com SIF mantiveram seu número inalterado. Observou-se também que os estabelecimentos com SIE foram responsáveis por 76,9% dos bovinos abatidos em 2018, enquanto as unidades com SIF representaram 18,3% e
aquelas com SIM responderam por 4,8%. Em relação a 2013, houve crescimento na participação dos estabelecimentos com SIE e queda na participação dos abatedouros com SIM. Em 2013, os estabelecimentos que abatiam mais de 5.000 bovinos por ano representavam 67,7% da produção, montante que passou para 77,2% em 2018. No outro extremo, aqueles que abatem até 500 animais por ano respondiam por 3,2% em 2013, caindo para 1,2% em 2018. Esses dados demonstram um processo de concentração expressivo em curso. Se, por um lado, isso possibilita um ganho de escala e de eficiência produtiva, por outro, tem como efeito colateral a exclusão dos frigoríficos que não conseguem se adequar às mudanças, além dos produtores que não atendem aos novos padrões. Além dos aspectos econômicos, é necessário considerar as consequências sociais desse processo, uma vez que ele afeta dinâmicas locais de desenvolvimento. Artigo na integra
Ano: 2019
Autor (es):
Alexandre Luís Giehl, Epagri/Cepa
Márcia Mondardo, Epagri/Cepa
teste
9A produção de carne bovina responde por 4,6% do VBP da agropecuária catarinense. Apesar disso, sua dinâmica é pouco conhecida. Neste estudo, buscou-se identificar a localização dos abatedouros de bovinos do estado, classificando-os segundo o tipo de inspeção, bem como o número de animais abatidos por mesorregião. Analisou-se também a evolução dos índices entre 2013 e 2018, tentando identificar tendências. Verificou-se que a mesorregião Oeste Catarinense concentra 41,4% dos abatedouros, a maioria com SIM. Contudo, o maior número de animais é abatido no Vale do Itajaí (49,8%), que reúne os maiores frigoríficos. Entre 2013 e 2018 o número de estabelecimentos caiu 18,7%, em especial pelo fechamento de unidades com SIM, a maioria no Oeste. Evidencia-se um processo de concentração, que se expressa pelo fechamento de abatedouros de menor porte, além da ampliação da participação do Vale do Itajaí nos abates. Tal situação tende a se acentuar com a expansão da zona livre de aftosa sem vacinação. Artigo na integra
Ano: 2019
Autor:
Alexandre Luís Giehl, Epagri/Cepa
teste
10A suinocultura é uma das principais atividades agropecuárias desenvolvidas em Santa Catarina, sendo responsável por parcela significativa do VBP e das exportações catarinenses. Contudo, nas últimas décadas, não obstante o crescimento de sua importância econômica, percebe-se retração na abrangência social da atividade, tanto no setor primário quanto no segmento industrial. O presente artigo busca identificar e analisar o grau de concentração e a evolução do setor de abate de suínos em Santa Catarina entre os anos de 2013 e 2018. A partir da análise dos dados, verificou-se que o número de frigoríficos caiu 23,9% no período considerado. A maior variação deu-se entre os estabelecimentos que possuem inspeção municipal (-43,3%), enquanto aqueles com inspeção estadual apresentaram queda de 17,9% e os com inspeção federal mantiveram o mesmo número. Artigo na integra
Ano: 2019
Autores:
Alexandre Luís Giehl – Epagri/Cepa
Márcia Mondardo – Epagri/Cepa
teste
11Santa Catarina destaca-se na produção de suínos e frangos, ocupando a primeira e a segunda colocações no ranking nacional, respectivamente. Essas atividades são responsáveis por 38,88% do VBP agropecuário do estado. O surgimento e estruturação dessas cadeias produtivas está associado à gênese e às características fundiárias do território catarinense, com predominância da agricultura familiar. Em todo o país os agricultores familiares têm papel relevante na produção de alimentos, como demonstrou o Censo Agropecuário de 2006. Entretanto, nas últimas décadas percebe-se um intenso processo de verticalização da produção, com redução no número de produtores e aumento das escalas. Diante desse cenário, questionase: qual é a participação da agricultura familiar na produção de suínos e frangos em Santa Catarina atualmente? Artigo na integra
Ano: 2018
Autor (es):
Alexandre Luís Giehl; Epagri/Cepa
Jurandi Teodoro Gugel; Epagri/Cepa
Márcia Mondardo; Epagri/Cepa
Tabajara Marcondes; Epagri/Cepa
teste
12Santa Catarina destaca-se nacionalmente na produção de proteínas de origem animal, dentre as quais as carnes de perus, patos e marrecos. Além de sua importância econômica e social, essas atividades destacam-se também pelo aspecto cultural envolvido. O surgimento e estruturação da produção animal normalmente é associado à predominância da agricultura familiar e ao perfil da colonização do estado. Entretanto, nas últimas décadas análises
empíricas apontam a existência de um processo de verticalização da produção, que leva à exclusão dos produtores com menores escalas de produção. O presente artigo busca identificar a participação da agricultura familiar na produção de perus, patos e marrecos. Para isso, dentre os produtores que destinaram animais para abate em estabelecimentos com inspeção sanitária no período de 2014 a 2017, identificou-se aqueles que possuíam Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). Os dados demonstram que, na média dos quatro anos, 78,36% dos produtores de perus e 58,40% dos produtores de patos e marrecos enquadram-se na categoria de agricultor familiar. Além disso, os agricultores familiares foram responsáveis por, em média, 59,31% dos perus e 54,22% dos patos e marrecos produzidos no período analisado. Artigo na integra
Ano: 2018
Autor (es):
Alexandre Luís Giehl – Epagri/Cepa
Jurandi Teodoro Gugel – Epagri/Cepa
Márcia Mondardo – Epagri/Cepa
teste
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